quarta-feira, 18 de maio de 2022

... do Plastic Man

 


É um dos meus heróis preferidos, seja em desenho animado, seja na banda desenhada. Conhecido pelo seu humor irreverente, e pelo seu poder permitir não apenas esticar-se mas também simular quase na perfeição aquilo que ele quer imitar.

As opiniões dividem-se de como era mostrada a tradução no desenho animado do Plastic Man, transmitido pela RTP em 1983, se se ficou por Homem Elástico ou Homem Plástico (o Homem Borracha é a versão Brasileira da BD), e por isso chamarei pelo nome original apesar de, na minha memória, ser Homem Elástico.

Plastic Man foi criado em 1941 por Jack Cole, para a editora Police Comics, tendo conseguido algum sucesso e popularidade passando depois para a DC Comics, onde chegou a fazer parte da maior equipa da editora, a Liga da Justiça. Foi a Ruby-Spears a adaptar as suas aventuras para o pequeno ecrã em 1979, uma produtora conhecida pelos seus desenhos animados de cores vivas. Foram 35 episódios que deram uma fama mundial à personagem e ao qual pudemos assistir pela 1ª vez em 1983, sendo repetido em 1986 num horário onde davam outros desenhos animados de Super-Heróis como o do Aquaman.

Era fã do tipo de humor apresentado no desenho, dispensava os típicos sidekicks destas animações (o parceiro gorducho incompetente e a menina bonita), mas como fã de super-heróis vibrava ao ver mais uma personagem destas na minha Televisão (mesmo a preto e branco). O poder de se esticar e moldar o corpo em qualquer forma que possamos imaginar não era novo, existiam outros dois heróis com esses poderes, mas o que o diferenciava era que ele assumia a forma de objectos quase impossíveis. Ele podia virar um carro com rodas que o permitiam movimentar-se, um foguete que levantava voo e muitas outras coisas.

Os seus companheiros eram a sua bela esposa Penny, bastante mais inteligente que Plastic, e o seu parceiro trapalhão Hula-Hula, que mesmo assim conseguia ajudar o nosso heróis a escapar de algumas embrulhadas. O humor do programa era logo demonstrado no genérico, a narração era acompanhada por umas imagens cómicas para ficarmos logo prevenidos do que podíamos encontrar pela frente, afinal como podíamos resistir a um marisco pirata?

Isto chegou a dar aos Sábados pelo começo da tarde, e a dada altura era um dos tapa buracos do final de tarde da RTP1.
















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