Julho 2017 - Ainda sou do tempo

quinta-feira, 27 de julho de 2017

... deste tipo de aranhas/andarilhos para bebés

quinta-feira, julho 27, 2017 0
... deste tipo de aranhas/andarilhos para bebés

Quem se recorda deste tipo de andarilhos, ou aranhas como uns chamavam, para os bebés começarem a andar? Lembro-me que existia grande polémica, de que as crianças depois ficavam com as pernas tortas ou algo assim. Uma boa parte da geração dos anos 70 e 80, andou num deste género, por vezes forrados com algo tipo espuma, para que não se riscasse as paredes e afins.












sexta-feira, 21 de julho de 2017

... do Poço da Morte da Feira Popular

sexta-feira, julho 21, 2017 0
... do Poço da Morte da Feira Popular

Quem visitava a Feira Popular, deve recordar-se de uma das suas atracções mais populares, o mítico Poço da Morte. Era com os berros de Joselito, o principal piloto desta atracção, que chamava assim a atenção das pessoas, para que estas ficassem com interesse de o ver a desafiar a morte.

Pelo que sei, subia-se umas escadas e ficava-se atrás de umas grades, de onde podíamos olhar para baixo, e ver uma estrutura de madeira em formato circular (como uma pipa de vinho gigante), onde depois Joselito e seus familiares andavam em alta velocidade. Pelo que ouvi, o barulho das motorizadas era infernal, e a coisa ia aumentando a intensidade e emoção quando eram várias pessoas ao mesmo tempo, todas dentro do poço aos círculos, desafiando as leis da gravidade e emocionando os mais pequenos.

Quem chegou a visitar?




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Primeira foto retirada do blog Portugal a Pé, e a última do blog A Feira Popular











segunda-feira, 17 de julho de 2017

... dos Galak Buttons

segunda-feira, julho 17, 2017 0
... dos Galak Buttons

Lembro-me bem quando surgiram os Galak Buttons, de sair do liceu com uns colegas e de vermos esta novidade no super mercado que costumávamos ir, e decidimos comprar para experimentar. Não era muito comum o chocolate branco, então estranhou-se um pouco o sabor, mas como os pacotes eram pequenos, até ficávamos a querer mais.

Curiosamente a coisa funcionava de forma oposta com as tabletes de chocolate com o mesmo nome, eram muito grandes e enjoativas (para mim claro). E quem se recorda da série de animação onde o golfinho da embalagem (chamado Oum) aparecia? Quem tiver saudades disto, encontra algo do mesmo estilo (com outro nome mas quase a mesma coisa) nas lojas de importações.




Imagem retirada do blog enciclopediadecromos







domingo, 16 de julho de 2017

... do Clube Amigos Disney

domingo, julho 16, 2017 0
... do Clube Amigos Disney

Uma das minhas melhores lembranças das tarde de Domingo nos anos 80, era a de me sentar no sofá depois de uma ida à Praça de Touros de Cascais, ligar a TV, e ver o Clube Amigos Disney na RTP 1, ao mesmo tempo que degustava um Pão com Chouriço.

O Clube Amigos Disney estreou em Portugal em 1986, com apresentação a cargo de Júlio Isidro e Manuela Sousa Raina, que nos contagiavam com a sua energia e nos fazia olhar para eles como se fossem uns tios porreiraços. E foi assim que passatempos com muitos prémios, desenhos animados e convidados musicais animavam a nossa tarde de Domingo, que era depois complementada com uma série épica como o Justiceiro ou o MacGyver. 

Os passatempos no programa ofereciam sempre pacotes de revistas ou alguma oferta especial dos patrocinadores, e a patrocinar o programa encontrávamos empresas conhecidas da altura como a Cenoura, Os sumos Um Bongo, o Nestum ou os Sugus. Quem não se lembra do robô dos Sugus? Uma pérola da tecnologia que surgia no programa e levava à loucura toda a petizada. As revistas eram quase sempre o prémio de consolação, mas para muitos isso era já algo de muito valor, eu sei que não me importaria nada com isso.

O programa era baseado no original Americano Clube do Rato Mickey, e o sucesso desta adaptação foi tanto, que atraiu a atenção da Disney, e não perderam tempo a convidar Júlio Isidro para colaborar em diversos projectos da companhia na Europa. Rapidamente começaram a surgir diversos programas semelhantes um pouco por todo o lado, a prova que uma adaptação bem feita podia ser uma ideia tão boa (ou melhor) que a original.


O talento e profissionalismo do Tio Julião (como era carinhosamente chamado), marcava a diferença e o trato dele para com as crianças participantes, fazia com que todos se sentissem à vontade. E a sua experiência fazia com que vários convidados musicais, alguns internacionais, de grande sucesso aparecessem neste programa infantil. Para mim uma das razões para este sucesso, era o facto de não nos tratar como criancinhas, de não ser paternalista.

Nesta altura, as revistas da Disney começavam a sair no nosso Português (depois de anos a saírem em português do Brasil), pelas mãos da editora Morumbi. Esta decidiu aproveitar o sucesso do programa, e para além dos pacotes de revistas que oferecia nele, criou um Clube Amigos Disney a nível nacional, com publicidade constante nas revistas a promover a sua adesão. Sim, o clube chegou a sair da TV para ser um clube a sério com ligação às revistas Disney, e que exibíamos com todo o orgulho chegando a plastificar o cartão e tudo e colocá-lo na carteira.

Esse clube chegou a promover sessões de cinema com filmes Disney, em vários pontos do país, para além de passatempos e promoções para quem fosse sócio do mesmo. Isso tudo ajudou a que a popularidade do programa fosse ainda maior, já que quem ainda não o conhecesse, ficava assim a saber da sua existência.

Em relação aos desenhos animados, podíamos ver os clássicos da Disney, com Mickey e Donald nas suas curtas que faziam as delicias de miúdos e graúdos, e alguns modernos que conquistaram o nosso coração, como Ducktales ou Gummi Bears. O programa esteve no ar até o final da década de 80, deixando saudades e sendo revivido pela RTP em mais que uma ocasião, com outros nomes e longe do mesmo sucesso e impacto deste.





Primeira e ultimas fotos retiradas do fórum Mistério Juvenil

segunda-feira, 10 de julho de 2017

... do Speedy Gonzalez

segunda-feira, julho 10, 2017 0
... do Speedy Gonzalez

É sem sombra de dúvida uma das personagens que todos reconhecem facilmente, Speedy Gonzalez fez a delícia de miúdos e graúdos e tenho boas memórias de ver isto com a minha avó, que adorava quando ele começava "andale andale arriba arriba".

Speedy Gonzalez foi criado por Robert McKinson em 1953, aparecendo num cartoon em que era apenas uma personagem secundária, com um aspecto um pouco diferente daquele com que iria aparecer dois anos mais tarde. Em 1995 apareceu a versão de Friz Freleng, numa curta que venceu um Óscar e que nos mostrava o rato mais rápido do mundo, um mexicano equipado a rigor, com um grande sombrero amarelo, umas calças e uma t-shirt da mesma cor (brancos). e um pequeno lenço vermelho ao pescoço.

Freleng fez aquilo que era comum na altura, deu-lhe um rival, usando para isso o gato Sylvester, que tinha assim mais um animal para apanhar, e que resultava quase sempre em algo que iria acabar mal para ele.

O grande Mel Blanc fez a voz dele até 1986, e nos desenhos animados dos anos 90, foi Joe Alaskey a dar vida a este pequeno herói. Desde então são diversos os actores a assumirem este papel, e também têm sido poucos os desenhos que envolvam esta personagem, um pouco vítima do politicamente correcto, e devido ao receio de haver reclamações em relação aos estereótipos que ele representava.

Mas na verdade a comunidade hispânica adora-o, e chegou a fazer um baixo assinado para que o Cartoon Network desse os desenhos com ele, na altura que o canal assegurou os direitos dos Looney Tunes. Em 1962 chegou a existir uma música chamada Speedy Gonzalez, do cantor Pat Boone, que usava excertos da voz de Mel Blanc e teve um grande sucesso.

Por cá a RTP dava esporadicamente os desenhos onde aparecia o pequeno Speedy, e nos anos 80 e 90, aparecia regularmente ou a seguir ao Telejornal, ou antes do mítico Lotação Esgotada. Quem era fã?















quarta-feira, 5 de julho de 2017

... da Almofada do Vitinho

quarta-feira, julho 05, 2017 0
... da Almofada do Vitinho

Quem teve uma almofada do Vitinho? Uma memória querida para aqueles que tiveram este objecto tão desejado por algumas crianças dos anos 90, uma almofada que trazia num dos lados somente uma cara, e no outro lado um desenho do Vitinho e o logo da Miluvit, a proprietária do Vitinho.

Foto do blog clube do vitinho




















... do Iordanov

quarta-feira, julho 05, 2017 0
... do Iordanov


Um dos principais nomes do Sporting da década de 90, Ivaylo Yordanov (a dada altura Iordanov), chegou inclusive a ser capitão do clube, deixando a sua marca na história do clube. Jogador de raça, chegou a jogar até como defesa central, dando sempre tudo de si dentro de campo.

Ivaylo Stoimenov Yordanov nasceu a 22 de Abril de 1968, na Bulgária, começando a jogar num clube da sua terra aos 14 anos, tendo chamado a atenção do Lokomotiv GO, para onde se transferiu em 1989.  Avançado possante, começou a marcar golos e a ser convocado para a selecção do seu país, tendo sido inclusive o melhor marcador do campeonato nacional.

Foi então contratado por Sousa Cintra, juntamente com Guentchev, na temporada de 1991/92, e foi marcando alguns golos, tendo começado a ser titular mais vezes durante o reinado de Carlos Queirós. A sua abnegação e profissionalismo dentro de campo, fizeram com que se tornasse um favorito dos adeptos, sabendo que com ele no relvado, o nome do clube seria honrado.

Na selecção acontecia o mesmo que em Alvalade, nem sempre era titular, mas sempre que entrava dava tudo de si, e assim como aconteceu no clube, também ali chegou a jogar como defesa central, no mundial de 1994 após lesão de Ivanov. ajudando assim à excelente campanha do seu país nessa competição.



Teve na final da taça de 1995, um dos seus melhores momentos de leão ao peito, marcando os dois golos da vitória sobre o Marítimo, e ajudando assim a terminar um jejum de títulos nacionais que grassava há algum tempo no clube.

Algumas lesões, e a descoberta de Esclerose múltipla em 1997, fez com que tivesse algumas épocas alguns furos abaixo, mas continuava a ser um dos mais queridos entre os adeptos e a marcar alguns golos importantes. A prova de que era um jogador de grande raça e entrega, veio na temporada seguinte à descoberta da sua doença, onde marcou 13 golos e tornou-se parte da história do clube, ao ser eleito capitão, um dos poucos estrangeiros a merecer essa honra.

Na temporada de 1999/00, fez apenas 15 jogos, mas conseguiu dar o seu contributo para o tão almejado campeonato nacional, que nos fugia há já 18 anos, ficando para sempre na memória de todos, os festejos dele em cima do leão da estátua do Marquês de Pombal, onde colocou o cachecol do Sporting.

Foi distinguido com o prémio Stromp em 1998, e quando abandonou a carreira em 2001, fez parte das equipas técnicas do Sporting, pedindo sempre ao clube para lhe ajudar a organizar um jogo de despedida. Algo que deu azo a alguns problemas, e levou a ambos os lados a uma penosa discussão judicial, com os tribunais a darem razão ao jogar e em 2010 ter sido então organizada uma partida em sua homenagem.

O mesmo soube sempre distinguir o clube dos seus dirigentes, tendo proferido a frase "Apoiem sempre o Sporting. Viva o Sporting"













terça-feira, 4 de julho de 2017

... deste Cartaz de Gelados da Olá de 1996

terça-feira, julho 04, 2017 0
... deste Cartaz de Gelados da Olá de 1996

Relembrar aqui mais um cartaz de gelados da Olá, desta feita de 1996, com a curiosidade de no cartaz a moça estar acompanhada por um rapaz, fugindo da habitual menina solitária. Neste cartaz, vemos o domínio dos Magnum e Cornettos, a estreia do Solero e a continuação de aposta no Rol e do seu "clone" Sky.

Os anos 90 eram os anos de glória dos Magnum, que estavam aqui em força, mas também dos Cornetto, que para além dos 3 sabores habituais, apresentava dois "tamanho gigante" e tinham ainda uma espécie de "clones", os Fresh. O Rol ganhava mais um sabor, e o Sky continuava ali presente, assim como o Mini Milk e os Feast.

A estreia dos Solero foi a mais bem conseguida, já que as outras novidades não duraram muito tempo, não me recordo dos cool bits, mas parece uma experiência interessante.
















segunda-feira, 3 de julho de 2017

... da Nave espacial da Rajá (ou estação espacial)

segunda-feira, julho 03, 2017 0
... da Nave espacial da Rajá (ou estação espacial)

Um dos brindes mais raros de encontrar, tanto na altura como agora, o da Estação espacial da Rajá, que ficou mais conhecida como Nave. Na altura, os gelados Rajá ainda eram uma forte concorrência aos da Olá, e ambas as marcas recorriam à oferta de brindes para cativar a pequenada.

Os bonecos monocromáticos era o tipo de brinde mais comum, e desta feita eram uns tipo extraterrestres em miniatura, que depois podiam ser encaixados dentro de uma estação espacial. A questão era que, apesar dos anúncios nos locais de venda, não era nada fácil conseguir essa estação, já que se tinha que completar a colecção e só depois pedir então isto.

Quem a teve, diz também que era muito frágil, ou seja, quebrava-se com facilidade. Isso em conjunto com a dificuldade em completar a colecção (eram 16 bonecos), fez com que se tornasse uma miragem. Alguém teve uma?






Primeira, e última, foto retiradas do fórum Mistério Juvenil, as restantes do blog Show toys