quinta-feira, 24 de junho de 2021

... do Gelado O Dedo

 

foto de anúncio brasileiro

Existem produtos que aparecem e ficam para sempre na nossa memória, por mais fugazes que sejam, e este gelado em forma de dedo é um bom exemplo disso.


A Olá nunca teve receio de inovar ou de colocar novos sorvetes à venda todos os anos, e em 1981 aparecia no cartaz dos produtos da marca algo muito diferente do que estávamos habituados, um gelado em forma "humana", como se fosse uma mão fechada com um dedo esticado.

Custava 15 escudos e era um daqueles que agradavam à petizada, quer pelo seu aspecto, quer pelo seu sabor. Afinal e sempre seguro fazer algo com sabor a Morango, é sucesso garantido. Lembro-me que gostava bastante dele, mas não me recordo completamente como é que ele "era", mas presumo ser um daqueles que era mais gelo que sabor. Tinha direito a um anúncio de televisão e tudo, com uma música toda mexida.

No Brasil também teve sucesso, e reproduzo em baixo o cartaz deles.



foto do Mistério Juvenil

foto do site Muzeez




domingo, 13 de junho de 2021

... da Balada de Hill Street

 


Uma série de excelência, com um grande elenco e uma música de genérico fantástica.


A produtora MTM contratou os escritores Steven Boccho e Michael Kozoll para escreverem uma série para a NBC.  A Balada de Hill Street (Hill Street Blues) abordava o dia a dia de uma Esquadra numa das zonas mais complicadas da cidade, abordando os conflitos profissionais e pessoais de quem trabalhava junto lado a lado numa das profissões mais complicadas de sempre. Foram 7 temporadas entre 1981 e 1987 num total de 144 episódios, e por cá a RTP transmitiu a mesma em pleno horário nobre. Uma série altamente premiada e elogiada pela crítica, recebendo 8 Emmys na sua primeira temporada, um recorde só batido por West Wing anos mais tarde.

Nas primeiras temporadas duas coisas eram comuns, no começo de cada episódio era mostrado o "Roll Call", uma chamada ao serviço onde o Sargento explicava os pontos mais importantes do seu dia de trabalho, e no final de cada episódio tínhamos o Capitão Furillo e a promotora pública Davenport a discutir o seu dia de trabalho numa situação doméstica normal (normalmente na cama, antes de dormirem).

A série vivia dos seus carismáticos personagens, para além de nos mostrar situações sociais e reais de uma forma sóbria e utilizando linguagem simples e urbana. Por vezes até abusando do "calão" e da "gíria", para percebermos as situações todas das gangues e do crime naquela cidade. E foi mais uma daquelas séries que tinha um genérico fantástico que nos fazia logo ficar excitados ainda antes do episódio começar a sério (por norma o roll call era antes disso).


Muitos adoravam o Detective Belker (Bruce Weltz) que estava quase sempre em missões à paisana e vestido quase como um mendigo e com a barba por fazer. Para além disso fervia em pouca água e adorava morder como um cão os suspeitos que não cooperavam muito com a polícia. Outros gostavam do calmo e sereno Sargento Esterhaus (Michael Conrad) que dirigia a chamada (roll call) pela manhã e que era visto por todos como o "pai/avô", aquele que transmitia a calma e tinha os conselhos que necessitavam. A morte do actor que o representava levou à substituição (óbvia) da personagem na série.

O Capitão Frank Furillo (Daniel J. Travanti) era a pessoa que comandava este grupo de profissionais, um homem honesto e com bom senso para as decisões complicadas que por vezes tinha que tomar. Tinha que aturar a sua ex-mulher, Fay Furillo (Barbara Bosson) que aparecia constantemente para o chatear e o Chefe Fletcher Daniels (Jon Cypher) que não concordava com muitas da suas opiniões, mas acabava por respeitar as convicções de Furillo. A promotora pública Joyce Davenport (Veronica Hamel) era chamada constantemente à esquadra e tinha algumas divergências com alguns dos seus polícias pela forma como tratavam os suspeitos, e isso complicava também a relação amorosa que mantinha com Furillo.

Mas eram muitas as personagens para gostarmos nesta série, tínhamos a dupla polícia negro-polícia branco que eram Bobby Hill (Michael Warren) e Andy Renko (Charles Haid) que se metiam constantemente em sarilhos, o louco por armas Howard Hunter (James B. Sikking) que comandava a SWAT ou o super calmo negociador Henry Goldblume (Joe Spano) que tentava sempre acalmar as coisas e encarava a vida de forma mais serena. Tínhamos ainda também a mulher polícia, Lucille Bates (Betty Thomas) que tentava sobreviver numa esquadra dominada por homens ou o tenente latino Ray Calletano (Rene Enriquez) que servia basicamente como intérprete ou "arma" para acalmar os suspeitos latinos, entre tantas outras personagens.


Incrível como conseguíamos nos preocupar com todos estes elementos, percebermos os seus problemas, as suas nuances e como as resolviam. Esse era um dos maiores feitos da série, e os casos apresentados eram quase sempre interessantes, umas vezes dramáticos, outros mais cómicos e por vezes com tiroteios e muita acção à mistura. Uma das melhores séries de todos os tempos e um must see para os fãs de séries policiais.







terça-feira, 1 de junho de 2021

... do David, o Gnomo

 


Quem é que chorou com o último episódio?

Toda a criança da década de 80 conhecia o logo da BRB International, alguns dos desenhos animados mais divertidos vinham dessa produtora e o do David, o Gnomo era um bom exemplo disso.

David é um Gnomo de 15 centímetros com 399 anos que vive num bosque com a sua esposa Lisa, A história é baseada no livro do autor holandes Wil Huygen e do ilustrador Rien Poortvliet, com 26 episódios produzidos em 1985 que foram transmitidos pela RTP em 1986 aos fins de semana de manhã com dobragem em Português. Este Gnomo era um médico que dedicava a sua vida a tomar conta e a tratar dos animais do bosque, tendo que enfrentar os ataques dos Trolls, os maiores inimigos dos gnomos.

Lembro-me que gostava da calmaria que rodeava a série, era serena como a idade e sabedoria do Gnomo, e em especial lembro-me dos beijinhos que eles davam roçando os seus narizes e da tristeza que foi o último episódio da série, quando David e Lisa morrem e viram árvores no bosque onde sempre viveram.












segunda-feira, 17 de maio de 2021

... das Capas da TV Guia para filmes VHS

 

capa tirada de Enciclopediadecromos

Uma das coisas que eu mais gostava era o de colocar uma capa na cassete VHS que tinha gravado, e ter em casa o meu vídeoclube.

Ainda sou do tempo em que a pirataria era algo comum, em plena década de 80 era possível comprar cópias de jogos em muitas lojas e tínhamos ainda a TV Guia, que promovia a gravação de filmes para cassetes de vídeo com a oferta de capas para os identificar melhor.

Muitas vezes pedíamos para comprarem a revista, para ver se eles ofereciam as capas para aquele filme que queríamos gravar. Lembro-me que a dada altura, eles publicavam mais que duas capas em frente e verso, e era o cabo dos trabalhos quando queríamos gravar os dois filmes. E as capas tinham qualidade, dava gosto olhar para a prateleira e ver tudo ali bem alinhado como se fosse mesmo um videoclube. Depois era só ir a qualquer hipermercado e comprar umas quantas caixas de plástico para colocar a K7 e a capa, ocupavam mais espaço na prateleira é certo, mas havia filmes que mereciam esse esforço.

O Jumbo de Cascais era o meu lugar de eleição para isso, e o maior problema era quando se tinha que comprar caixas de cores diferentes e ficar com uma grande mistura de cores na prateleira. Por norma eu colava lá dentro imagens do que gravava junto com o filme, episódios de Simpsons, Já Tocou ou algo do género e assim ficava com uma caixa toda xpto.

Isto ainda durou um bom par de anos e começaram inclusive a aparecerem outras revistas com o mesmo tipo de oferta (mas não com a qualidade gráfica da Tv Guia). Cheguei a gravar filmes que não pretendia ter numa caixa, apenas por causa da qualidade da capa que a revista oferecia, mas por norma usava isto nos que gostava mesmo.









segunda-feira, 10 de maio de 2021

... dos Brinquedos da Pepe

 

Um clássico que atravessou gerações, muitos de nós brincaram com algum brinquedo desta empresa.

Quase todos que foram criança até a geração de 90, brincaram com brinquedos fabricados pela Pepe, uma empresa Portuguesa, que deu todo o tipo de brinquedos que uma criança podia querer para se divertir. Ainda se conseguem encontrar brinquedos desta empresa, mas está já longe do sucesso que teve noutros tempos.

José Augusto Júnior era um homem talentoso, que fabricava brinquedos em folha e madeira em 1928, abrindo na década seguinte uma fábrica que foi evoluindo e mudando de nome, até se tornar na década de 70 a maior produtora de brinquedos em Portugal. Brinquedos coloridos, com um charme próprio castiço e que todos podiam comprar, era raro o menino que não tivesse um carro desta marca, ou uma menina que tivesse um ferro de engomar, ou um acessório de cozinha de brincar da Pepe.

Máquinas de costura, tábuas e ferros de engomar, táxis, carros variados, havia um pouco de tudo para a nossa diversão. Lembro-me de ter um dos produtos "comuns" desta marca, um jovem em cima de uma pequena mota que puxava uma espécie de cesta atrás, como se fosse uma "carrinha caixa aberta", onde podíamos colocar algo e nos divertirmos a andar com aquilo de um lado para o outro.



Em 1977, e já com o nome de Pepe, começa a dedicar-se exclusivamente à produção de material feito em plástico, continuando assim pelos anos 80 com algum sucesso ainda, mesmo já com a concorrência de muita marca estrangeira e mais "apelativa". A dada altura começou a ser proibido a fabricação de brinquedos com este tipo de material, levando ao fecho da fábrica, mas não ao desaparecimento dos seus brinquedos, que costumam aparecer ainda por qualquer feira ou mercado do nosso País.

Lembro-me das minhas primas terem umas máquinas costura e umas pequenas tábuas e ferros de engomar, e de eu brincar muito com uma ambulância e a tal mota com o cesto atrás. As cores daquilo apaixonavam-me sempre, um plástico muito colorido e que fascinava qualquer criança naquela altura.














segunda-feira, 3 de maio de 2021

... do Tom & Jerry

 



Um daqueles desenhos animados intemporais, que atravessam gerações, conquistando tudo e todos.


Sou um fã da dupla de criadores William Hanna e Joseph Barbera pelas diversas horas de diversão que me proporcionaram ao longo dos anos, sendo que muitas dessas horas pertencem a uma das suas melhores criações, a dupla Tom & Jerry.

Em 1940 começaram a surgir as primeiras curta-metragens pelos estúdios Metro-Goldwyn-Mayer, e aquilo começou a pegar de tal forma que era um dos principais motivos para as pessoas irem ao cinema ver um filme, o facto de poderem ver uma animação onde um gato e um rato protagonizavam uma divertida luta. A dupla Hanna-Barbera realizou 114 curta-metragens entre 1940 e 1958, sendo que sete ganharam o Óscar da academia de melhor curta de Animação igualando assim o recorde das Silly Simphonies de Walt Disney. Eles moldaram a dupla de tal forma, que a evolução que tiveram nesses 18 anos pouco se alterou nos restantes anos. Tom (o gato) mudou a sua aparência e forma de estar e foi o que sofreu mais alterações da dupla,.ele era bastante mais peludo e quadrúpede nas primeiras aparições, algo que se foi alterando e foi ficando mais dependente de se apoiar em 2 patas como o seu adversário.

Era impressionante a forma como algo tão básico, como a perseguição entre um gato e um rato, conseguia se tornar uma experiência intensa e divertida. Existia sempre algo diferente em cada episódio e as variantes eram mais que muitas de algo que parecia ter uma premissa tão simples. A dada altura notou-se um aumento na velocidade e energia dada em cada curta-metragem, levando até a um aumento na violência das perseguições (o que muitos atribuem à entrada para os estúdios de um tal de Tex Avery).

Em Agosto de 1958 com o abrandar do interesse das pessoas nas curta metragens cinematográficas e com o sucesso da produções televisivas, os estúdios cortaram drasticamente os orçamentos para que se mantivesse uma qualidade aceitável nos episódios, levando assim à saída dos talentosos autores e a consequente mudança destes para que começassem a criar programas televisivos.




Foi a fase de ouro das personagens e alguns dos meus episódios favoritos saíram destas 114 curta-metragens. O pequeno sobrinho de Jerry como Mosqueteiro, o cão Spike e mais tarde o seu filhote, a dona de Tom e os seus ultimatos para que este apanhasse o rato, e em especial um pequeno patinho que dava cabo da paciência a ambos os protagonistas,, tudo isto chegava a atingir para mim píncaros de genialidade.

Em 1960 a MGM decidiu reviver a dupla do Gato e do Rato de modo a tentar aproveitar a onda de sucesso que as curtas dos Looney Tunes iam tendo, e encomendaram a um estúdio do outro lado da cortina de ferro (em Praga) 13 curtas-metragens. Gene Deitch entregou umas animações que podiam ser consideradas, no mínimo, bizarras com a típica imagem acelerada e efeitos sonoros algo atribulados tão típicos das animações de Leste (que podíamos comprovar no programa do saudoso Vasco Granja).

Apesar de não terem a qualidade anterior quer na animação quer na escrita, estes episódios atingiram o seu objectivo e destronaram os Looney Tunes do primeiro lugar das bilheteiras. Não consegui gostar muito desta fase, odeio o novo dono do Tom, a animação usada e os constantes diálogos em algo que devia ser quase mudo.

Em 1963 é dada a oportunidade a um dos melhores realizadores da Warner e dos Looney Tunes, Chuck Jones. Até 1967 e em 34 curta-metragens não há dúvidas que ele deixou a sua marca no legado Tom & Jerry, seja no estilo de histórias produzidas seja pelo factor de que introduziu mudanças bastante significativas no visual das personagens, especialmente em Jerry que ganhou uma cabeça muito mais expressiva em conjunto com os seus olhos. O estilo psicótico e psicadélico de Jones deu azo a algumas das minhas histórias preferidas como o episódio na praia ou o da ópera.

Em todo o caso esta dupla continua a ser dos melhores desenhos animados que já vi na minha vida, é impossível ainda hoje não soltar uma ou outra gargalhada e fiquei para sempre fã incondicional deles. A dada altura a editora Abril lançou por cá também a revista em banda desenhada que ambos estrelavam, e apesar de longe do glamour destas produções, tinha os seus bons momentos.

Por cá vimos isto pela primeira vez no programa do Vasco Granja, tendo depois se tornado um dos cartoons preferidos da RTP para dar naqueles momentos mortos entre um programa e outro, ou ainda quando a emissão parava por algum problema inesperado.














sábado, 24 de abril de 2021

... da série Uma Casa na Pradaria

 


Uma série que conquistou todos os portugueses, talvez por se reverem nas dificuldades desta família, e se apaixonarem pelas suas aventuras.

Uma Casa na Pradaria (Little House on the Prairie) era uma daquelas séries de fazer chorar as pedras das calçadas, carregadinha de drama mas sabiamente temperada com alguns momentos de humor e acima de tudo uma mensagem de união familiar e valores como a Amizade e a Honestidade.

RTP transmitiu-a no final da década de 70 e começo da década de 80, mas foi algo que nunca me interessou muito, as únicas séries do Michael Landon que eu gostava eram o Bonanza ou o Um Anjo na Terra. Foi aquando da sua repetição na SIC Gold que pude apreciar mais esta série e ficar completamente viciado nela, os dramas aguentam-se bem no meio daquele elenco maravilhoso de actores, e a cumplicidade que eles transmitem para o público.

Foi transmitida pela NBC entre 1974 e 1983, com 9 temporadas e cerca de 203 episódios adaptados dos livros Little House de Laura Ingalls Wilder. Comprei os dvd's que saíram por cá, e só tenho pena do preço salgado que essas edições tiveram e especialmente a má qualidade de imagem dessas edições.

Charles Ingalls (Michael Landon) e a sua esposa Caroline (Karen Grassle) decidiram pegar nas suas filhas Mary (Mellisa Sue Anderson), Laura (Mellisa Gilbert) e Carrie (Lindsay e Sidney Greenbush) e tentarem a sorte em Walnut Grove, uma localidade onde puderam construir uma pequena casa e uma quinta onde viviam com dificuldades mas sempre de uma forma honrada e honesta.


Charles era um trabalhador por natureza, para além do trabalho na sua quinta, começou logo a procurar emprego na cidade e fazia de tudo um pouco, mesmo sendo enganado em algumas ocasiões e recebendo muito pouco por esse mesmo trabalho. Honesto e amigo do seu amigo, fazia de tudo para ajudar alguém em apuros e para proteger a sua família com a ajuda da sua esposa Caroline que partilhava destes ideais e era uma exímia cozinheira.




Como já disse, gostava muito dos momentos de humor  que apareciam nos episódios,  e a comédia maior vinha da família Oleson, que era proprietária do "supermercado" da cidade e tinha um estilo de vida acima das possibilidades dos Ingalls, algo que a Senhora Harriet Oleson (Katherine MacGregor) fazia questão de esfregar na cara de Caroline, muito para desagrado do seu marido Nells (Richard Bull), que tinha outra educação e sentido moral,  chegando a sentir inveja do amor que existia na família Ingalls.

Esta rivalidade era transporta para os mais novos, a Nellie (Alison Arngrim) era uma menina mimada que tinha inveja da inteligência da filha mais velha dos Ingalls, a Mary, e de todos preferirem estar com elas mesmo eles sendo pobres. Já o filho Willie (Jonathan Gilbert) pegava-se com a Maria Rapaz que era a Laura Ingalls, muitas das vezes instigado por Nellie que também não gostava nada de Laura. Outro foco de humor vinha do amigo de Charles, Isaiah Edwards (Victor French) e de alguns dos habitantes da cidade como o bom médico Hiram Baker (Kevin Hagen) ou   o bondoso Reverendo Robert Alden (Dabbs Greer).

Mas a série retratava as dificuldades daquela altura, em especial como quando a natureza estragava as colheitas e obrigava as famílias a procurar outros rendimentos. Existiram episódios onde Charles teve que viajar e procurar empregos perigosos como o de transportar Nitroglicerina, de modo a poder sustentar a sua família. Amor, Família, Amizade, Alcoolismo, Deficiências físicas, diferenças raciais, de tudo um pouco era abordado de uma forma séria, mas ao mesmo tempo muito humana e leve, podendo ser vista por toda a família e servindo como uma boa lição. Era também interessante ver a relação entre Charles e Laura, muito unidos e sempre em grande destaque.

Adorava os episódios que envolviam os Oleson, em especial um em que ambas as famílias disputam várias provas numa feira da cidade, ou aqueles em que Charles conseguia saldar a sua dívida no mercado para regozijo de Nels e arreliação de Harriet. É uma série que aconselho a todos, já que ao longo das temporada soube sempre se reinventar bem com a adopção de meninos por parte da família Ingalls e do casamento das suas filhas mostrando assim o seu crescimento e amadurecimento.