Ainda sou do tempo

quinta-feira, 31 de agosto de 2017

... do cd Kadoc The Night Sessions

quinta-feira, agosto 31, 2017 0
... do cd Kadoc The Night Sessions

Quem passou pela década de 90, recorda-se com certeza desta mítica colectânea da Vidisco. O cd saiu em 1996, com o grande DJ Chus encarregue de fazer todo o trabalho, que incluía músicas como Seven days and one week de Beatnik ou Insomnia dos Faithless. A entrada "Night train" ficou para sempre na nossa memória auditiva.

Kadoc – The Night Sessions
Label: Kaos Records , Vidisco
Format: 2 × CD, Compilation, Mixed
Country: Portugal
Released: 1996
Genre:Electronic
Style: Techno, Tribal House, Tech House
Tracklist
1-1 –Intro
1-2 –Kadoc The Night Train (Kapital Station Mix)
1-3 –Beatnik Seven Days And One Week (Original Mix)
1-4 –Faithless Insomnia (D.J. Quicksilver Remix)
1-5 –T.U.S.O.M. Flamenco Trip (Original Version)
1-6 –D.J. Chus Come Into The House (Original)
1-7 –Kaikoo My Emotion (Trance Remix)
1-8 –Jan Driver Arp Impressions (Pt.1)
1-9 –Manequeen Synthetic Consciousness (Calvin Stones Drag’s Remix)
1-10 –Khaza The Bass Divorce (Black Star Mix)
2-1 –Funky Green Dogs Fired Up! (Peter’s Plastic Disco Mix)
2-2 –O.L.N. Reflection (Wild Mix)
2-3 –Calvin Stones Fonky Music (Original)
2-4 –Solid Fall Down On Me (Original)
2-5 –Urban Dreams To Feel Alive (Sloane Strangers Mix)
2-6 –Reel 2 Real Jazz It Up (The Erick Morillo Project)
2-7 –Sandy B Make The World Go Round (Deep Dish Round The World)
2-8 –Kings Of Tomorrow Feat. Densaid I’m So Grateful (Angel’s Smooth Mix)
2-9 –Sam Ellis Club Lonely (Eric Kupper 12” Mix)
2-10 –Groove Collective She’s So Heavy a / k / a I Want You (Eric Kupper Remix)










terça-feira, 29 de agosto de 2017

... do Jogo de Basquetebol da Tecnobrinque

terça-feira, agosto 29, 2017 0
... do Jogo de Basquetebol da Tecnobrinque

Tive um igual a este. da colecção pessoal da Ana Trindade, e lembro-me bem de passar horas com o meu vizinho, a fazermos uma barulheira descomunal a brincar com isto. Era mais um daqueles jogos, em que o barulho que o jogo fazia era igual, ou superior, ao que nós fazíamos a brincar com aquilo.

Era mais um jogo para jogar a dois em cima de uma mesa ou no chão, um jogo com botões e em que o "campo" era envolto numa redoma transparente de plástico, para evitar que a bola saltasse para longe. O conceito não podia ser mais simples, a bola encontrava-se num buraco no campo e com os botões tínhamos que ir carregando freneticamente, com muito barulho à mistura obviamente, para que ela fosse andando de buraco em buraco e tentarmos encestar no cesto adversário.

A Tecnobrinque era sediada na Marinha Grande, especializava-se em brinquedos didácticos e técnicos, e os dois jogos de redoma (o outro era de futebol), foram alguns dos seus campeões de vendas. Saudades deste tipo de jogos, que eram de fabrico Nacional e que entusiasmavam tudo e todos, como se fosse algo de nível internacional ou com um grande marketing por trás.


Primeira imagem da colecção pessoal de Ana Trindade, e a segunda do Mistério Juvenil.












terça-feira, 22 de agosto de 2017

... do jogo do Keims (ou Kemps)

terça-feira, agosto 22, 2017 0
... do jogo do Keims (ou Kemps)

Um clássico do liceu, nos anos 90 ainda era comum juntarem-se uns quantos colegas a jogar isto no bar da escola, ou cá fora no "recreio", 2 equipas de 2 jogadores cada bastava para uns momentos bem divertidos.

O jogo do Keips, que muitos chamam Keims, era bastante popular no liceu. O jogo do Keim(p)s é jogado com 2 equipas de 2 jogadores (4 jogadores).


Objectivo: conseguir um grupo de 4 cartas do mesmo valor antes da outra equipa, e dizer "KEIMS".

1 - A cada jogador são dadas 4 cartas.
2 - Sao colocadas 4 cartas (do monte) viradas pra cima sobre a mesa.
3 - Conta-se até 3 e cada um pega na carta que quer, e tem de colocar depois uma carta na mesa para substituir a que tirou. Só pode ficar com quatro cartas na mão. Pode apanhar uma carta que outro jogador coloca sobre a mesa.
4 - Quando já mais ninguém quiser uma das 4 cartas que estão sobre a mesa,essas são separadas, e já não voltam ao jogo.
5 - São viradas mais quatro cartas do monte e o jogo contiunua assim até alguém ter 4 cartas do mesmo valor e de naipes diferentes.
6 - Tem de fazer um sinal ao parceiro de equipa para que este diga "Keims!". Deve fazer os possíveis para os oponentes não verem o sinal. Se o outro jogador da mesma equipa o disser antes dos adversarios darem o corte, ganham o jogo.
7 - Se um jogador desconfiar que a outra equipa já tem 4 cartas iguais pode dizer Corte Keims. Se acertar ganha o jogo, se falhar, perde.















segunda-feira, 21 de agosto de 2017

... do filme Desafio Total (1990)

segunda-feira, agosto 21, 2017 0
... do filme Desafio Total (1990)

Sempre gostei do filme Desafio Total, pelo simples facto de se chegar ao final e poder-se pensar que nada daquilo aconteceu, e que o protagonista esteve sempre a imaginar aquilo com que sempre sonhou. Teve direito a um remake em 2012, mas aqui iremos falar do clássico de ficção científica de 1990.

Total Recall (Desafio Total) estreou em 1990, realizado por Paul Verhoeven, com Arnold Schwarzenegger no principal papel, num filme que contava ainda com nomes como Michael Ironside, a novata Sharon Stone e o veterano Rohny Cox. Baseado livremente num conto curto de Philip K Dick, mostra-nos a história de um trabalhador que tem sonhos recorrentes sobre Marte, e uma mulher misteriosa, apesar de nunca ter lá estado.

O filme passa-se num ambiente futurista, as imagens são todas bastante interessantes e chegaram a vencer um Óscar pelos efeitos visuais. Armold interpretava Doug, que a dada altura decide resolver o seu problema e usar uma agência de viagens que em vez de nos levar até ao local da forma tradicional, transportava apenas a nossa mente, sendo implementadas memórias falsas no nosso cérebro. Ele escolhe então um pacote onde seria um agente secreto, acompanhado de uma mulher semelhante à dos seus sonhos, e é aí que tudo começa, já que pouco depois dele chegar à companha Rekall, a coisa começa a correr mal.

A explicação é que alguém já tinha mexido no cérebro dele, e que ele já tinha mesmo estado em Marte, mas alguém reprimiu essas memórias. A personagem começa então a ser atacada incessantemente, inclusive pela sua mulher, e percebe que algo está errado e que a solução estará em Marte. Chega até a ver um vídeo, onde "ele", ou seja o verdadeiro "ele", conta-lhe como alguém lhe deve ter mexido com as memórias, por saber demais, e que deve ir até ao planeta vermelho resolver as coisas.

Começam a existir grandes reviravoltas, a dada altura dá-se a entender que ele ainda está na companhia das memórias falsas e que deve acordar, antes de prejudicar para sempre a sua saúde mental, mas ele renega isso e continua a sua aventura. Descobre depois que ele na verdade fazia parte dos maus, mas decide ir contra isso e ajudar a salvar tudo e todos. Quando vi isto pela primeira vez, fiquei sempre a desejar uma sequela, para que se abordasse o facto de ser ou não verdade toda aquela aventura. Quem mais pensou nisso?













... dos Fervedores e Púcaro de alumínio

segunda-feira, agosto 21, 2017 0
... dos Fervedores e Púcaro de alumínio

Quem nunca ferveu algo num destes? Lembro-me de fazer chá para a minha avó num fervedor de alumínio, e no verão ela só bebia água no seu púcaro de alumínio, que era mais fresquinha :).









domingo, 20 de agosto de 2017

... dos Livros de Fiado

domingo, agosto 20, 2017 0
... dos Livros de Fiado

Quem deixou alguma vez uma conta pendurada na mercearia, taberna ou drogaria? Durante muitos anos, era comum existir um livro nos estabelecimentos, onde os donos escreviam o valor da dívida contraída por algum cliente. Não digo que não seja algo que já não exista, mas já não é tão usual como noutros tempos.

As razões eram várias, podia ser o faltar dinheiro naquele momento ao cliente em questão, fosse este habitual ou não, ou então (este mais nos habituais) iam-se apontando todas as compras, e o cliente pagava só no final do mês. Confesso que cheguei a ter que usar isto na mercearia onde ia, e era sempre uma sensação desagradável o saber que o meu nome estava ali, não por vergonha ou assim, mas mais por não querer mesmo. Foram sempre razões pontuais, e sempre saldadas, facto que fazia com que muitas vezes o dono sugerisse que eu levasse algo, e ele apontaria ali, mas eu acabar por não levar.

O livro era imponente, bastante comprido (mas não muito largo) e por vezes bem espesso, tudo dependia do estabelecimento. A mercearia era sempre a que tinha o livro de maior espessura, e são estes estabelecimentos que ainda usam este tipo de livros, muito por causa de uma clientela mais velha (e habitual) que prefere pagar quando recebe a reforma.

Quem deixou alguma vez uma conta pendurada num destes?


Foto retirada do blog canalhamiuda

Foto retirada do blog Santa Nostalgia
Foto retirada do blog Santa Nostalgia









quarta-feira, 16 de agosto de 2017

... dos Pirulitos

quarta-feira, agosto 16, 2017 0
... dos Pirulitos

Para comemorar o ter alcançado os 11 milhões de visitantes no blog, e desde já o meu muito obrigado a todos, relembro aqui hoje uma memória doce. Existem localidades que ainda têm vendedores a gritar "Olha o Pirulito! Enrolados no papel e enfiados no palito!", mas houve uma altura em que era mais comum o encontrarmos disto à venda, e o de degustarmos uma coisa destas.

Eu lembro-me de ter comido disto quando era puto, numas idas à praia, mas sei que é mais comum no norte do nosso país. Basicamente era uma espécie de guarda chuva de caramelo, com um gostinho de limão, envoltos num papel e com um palito de madeira para segurarmos enquanto lambíamos/trincávamos aquilo. Quem mais tem boas memórias disto?




Imagens retiradas do papjerimum.blogspot.pt