Ainda sou do tempo

quinta-feira, 18 de maio de 2017

... do Robot da Sugus

quinta-feira, maio 18, 2017 0
... do Robot da Sugus

Lembro-me tão bem dos anúncios ao Robot da Sugus, mas o que nos dava ainda mais vontade de o ter, era quando o víamos em acção no programa Clubes dos Amigos Disney. Não há muito por essa internet fora, apenas este anúncio que deixo então aqui para que todos se possam recordar também de algo que muitos desejaram ter. Uma das coisas mais cobiçadas dos anos 80 por cá, sem sombra de dúvida.

Imagem do espólio de Paulo Gomes

















segunda-feira, 15 de maio de 2017

... das Cabeças do Dartacão com gelado Dácá

segunda-feira, maio 15, 2017 0
... das Cabeças do Dartacão com gelado Dácá












Quem não se recorda destas cabeças do Dartacão e seus amigos? Vinham com gelado dentro, da marca Dácá, e todos queríamos comer isto, apenas para coleccionar as diferentes cabeças. O gelado não era grande coisa, mas cheguei a ter umas 3 destas e adorava ficar a olhar para elas no móvel onde as coloquei. Quem tem uma destas?

<imagem retirada de Enciclopedia cromos

















domingo, 14 de maio de 2017

... dos Teletubbies

domingo, maio 14, 2017 0
... dos Teletubbies

Os Teletubbies foram mais uma criação inglesa, um programa pensado para bebés, que irritava muito adulto, mas fazia as delícias dos mais pequenos. Por cá foi transmitido pela SIC com dobragem em português, enquanto que no Brasil, foi a Globo e a TV Cultura a emitirem o programa.

A série foi criada por Anne Wood e Andrew Davenport, com produção da BBC, tendo sido transmitida entre 1997 e 2001, num total de 5 temporadas e 387 episódios. Com intenção de prender a atenção das crianças entre 1 e os 4 anos, o programa mostrava quatro criaturas alienígena que eram bem traquinas e estavam sempre bastante animadas, que viviam numa casa futurista e passavam a vida a brincar.

Tinky Winky tinha a voz de Filipe Costa, Dipsy a de Joel Constantino, Laa Laa era Ana Salitão e Alexandre Sedas dava a vida a Po. Para além deles, existia ainda um Sol com cara de bebé, que dava uns gritinhos e aparecia em alguns episódios mais do que uma vez. A SIC transmitiu isto em 1998, tendo sido depois vendidos uns VHS pela Som livre em 1999. O programa teve algum sucesso, e teve direito a algum merchandising por cá, como peluches e cadernetas de cromos.












quinta-feira, 11 de maio de 2017

... do Toddycopetro

quinta-feira, maio 11, 2017 0
... do Toddycopetro

Quem se lembra do Toddycopetro? Este foi um brinde que vinha no Achocolatado Toddy, e que fez muita criança feliz, uma das primeiras coisas a fazer quando tínhamos uma lata lá por casa, era revirar o pó com as mãos e tirar isto lá de dentro. Era um simples pau de plástico com uma hélice acoplada, que fazíamos girar nas nossas mãos e deixávamos voar, aquilo ainda ficava um bom bocado no ar, e nós ficávamos a olhar para ele fascinados. Mais uma memória rápida, mas intensa, para quem viveu a década de 70 e 80.


Foto da colecção de Ana Trindade









segunda-feira, 8 de maio de 2017

... da música Zé Brasileiro, português de Braga

segunda-feira, maio 08, 2017 0
... da música Zé Brasileiro, português de Braga


Em semana de Eurovisão, recordar este tema do Festival da Canção. Foi mais uma daquelas músicas que, apesar de não ter vencido, tornou-se um sucesso na rádio e uma das canções mais populares da altura. Zé Brasileiro, português de Braga tem autoria de António Sala e Vasco da Lima Couto, tendo sido interpretado por Alexandra, no Festival RTP da Canção de 1979.

Zé brasileiro português de braga
Sacola no medo e o navio aos pés
Perdeste o que foste ganhas-te o que és
Por comeres mais cedo o sal das marés
Zé brasileiro português de braga
Fugindo p´ra longe das saias da mãe
Em copacabana e outras avenidas
Comias tristezas nas noites perdidas
Tinhas na algibeira as cartas de casa
Falando das vinhas e da aguardente
E no horizonte que guarda a semente
E na alma é fruto com tudo o que sente
Zé que dividiste o tempo de ser
O tempo que é mesmo coragem de ver
O céu é redondo e o mar é profundo
Zé brasileiro português de braga
Português do mundo














... dos Caramelos espanhóis

segunda-feira, maio 08, 2017 0
... dos Caramelos espanhóis

Nos anos 70 e 80, eram comuns as idas a Espanha, para adquirir produtos que não se conseguiam encontrar por cá, e um dos mais apreciados eram, sem sombra de dúvida, os caramelos. Fossem os de pinhão, rijos mas bons, os de nata ou café com leite, que se pegavam ao céu da boca, não havia petiz que não apreciasse um bom saco de caramelos. Quem mais era fã?



























quinta-feira, 4 de maio de 2017

... da Cândida Branca Flor

quinta-feira, maio 04, 2017 0
... da Cândida Branca Flor

Era um dos nomes mais conhecidos da década de 80, uma cantora que esbanjava simpatia e talento nas suas aparições e que protagonizou algumas das cantigas mais populares da história do nosso país.Cândida Branca Flor era uma presença constante na televisão, quer como cantora quer como actriz, tendo um final trágico no começo do Século XXI, com a sua morte envolta em algum mistério.

Cândida Maria Coelho Soares nasceu em Beringel, no Alentejo, a 12 de Novembro de 1949, tendo tido aulas de canto desde muito cedo,e começando no mundo da música nos anos 70, integrando a mítica Banda do Casaco. Foi do nome de uma música do grupo, Romance da Branca Flor, que Cândida foi buscar inspiração para o nome que iria adoptar na sua carreira a solo.

Antes disso, apresentou ainda o Fungagá da Bicharada, ao lado do grande Júlio Isidro, e foi com a banda sonora desse programa que se lançou sozinha numa carreira artística. Começou a aparecer em diversos programas televisivos, e a dar nas vistas com a sua simpatia, granjeando amizades com outros músicos, destacando-se a colaboração que iria ter com Carlos Paião.


Foi ele que escreveu Trocas e Baldrocas, o tema que ela levou ao Festival da Canção em 1982, e no ano seguinte fizeram um dueto nesse certame, interpretando o sucesso Vinho do Porto (Vinho de Portugal). Em 1985 lança aquele que viria a ser o seu grande sucesso, o disco Cantigas da minha Escola, e em 1987 foi a vez do Cantigas da nossa terra, ambos tiveram a colaboração de Paião e foram um sucesso de vendas.

Era uma das artistas mais acarinhadas pelo público, fazendo frequentemente espectáculos para emigrantes e uma das mais populares no Natal dos Hospitais. Aparecia regularmente na televisão, sendo conhecida a sua amizade com Herman José, e era assim uma presença regular nos diversos programas do humorista.

Nos anos 90, já não era uma presença comum, começando a cair um pouco no esquecimento e chocando tudo e todos com a notícia do seu suicídio em 2001, já que foi sempre conhecida pela sua alegria e simpatia dentro e fora do palco. O seu funeral teve honras de cobertura televisiva, e foram milhares os que a aplaudiram, entre famosos e anónimos, nesse dia tão triste para a música nacional.