Ainda sou do tempo: TV Cabo
Mostrar mensagens com a etiqueta TV Cabo. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta TV Cabo. Mostrar todas as mensagens

quarta-feira, 12 de setembro de 2018

... das Gilmore Girls (Tal mãe, tal filha)

quarta-feira, setembro 12, 2018 0
... das Gilmore Girls (Tal mãe, tal filha)

Voltamos a um memórias dos outros, desta feita para conhecer a opinião da Sofia Amado, sobre uma das minhas séries preferidas, as Gilmore Girls.

A primeira vez que vi Gilmore Girls, que por cá ficou conhecido como "Tal Mãe, tal filha", não fiquei fã, mas depois que vi uma maratona de uma das temporadas, fiquei completamente viciado no tipo de humor da série, cheia de referências cultura pop, e na química das personagens. Quando desafiei a minha sobrinha a ver isto de começo ao fim, também ela ficou viciada e vão ficar a conhecer a sua opinião. Fiquem então com a opinião da Sofia:



A série conta a história do quotidiano da mãe solteira Lorelai (Lauren Graham), e da sua filha Rory (Alexis Bledel), que partilham uma forte ligação entre a duas através de comédia, referências à cultura pop, e café.

Vivem numa pequena vila chamada Stars Hollow, em Connecticut, e são vizinhas de pessoas bastante peculiares (e no entanto cada um com o seu charme). Basta assistir alguns episódios para desejar ter uma vizinha intrometida como a Babette (Sally Struthers), festejar no armário da Lane (Keiko Agena), comer o macarrão com queijo mais chique de sempre feito pela Sookie (Melissa McCarthy) ou beber um café no Luke’s (Luke, o dono, é representado por Scott Patterson).

Claro que nunca poderíamos ignorar o casal mais sofisticado de Hartford (cidade vizinha de Stars Hollow), Richard (Edward Herrmann) e Emily (Kelly Bishop) Gilmore, que partilham uma complexa relação com a filha Lorelai, apesar de gostarem muito dela e de Rory. Os jantares de sexta feira à noite são sempre uma aventura com estes quatro!

Se ainda não viram, saibam que estão a perder o drama, o romance, e a oportunidade de observarem duas pessoas a comer uma quantidade de comida que alimentaria duas famílias (tios e primos incluídos) e de ouvirem a Paris (Liza Weil) a gritar com a pessoa que tomou posse do comando enquanto ela estava na casa de banho.

Foram “8” temporadas contando com o revival “Gilmore Girls- A Year in the Life”, que apenas tem 4 episódios de hora e meia; foi criada por Amy Sherman-Palladino e foi transmitida desde os anos 2000 até 2007, com o revival a ser emitido em 2016.






segunda-feira, 30 de novembro de 2015

... das Powerpuff Girls

segunda-feira, novembro 30, 2015 0
... das Powerpuff Girls

Sou um grande fã dos Cartoon Cartoons do Cartoon Network, e as Powerpuff Girls tornaram-se a dada altura um dos meus preferidos. Foram um símbolo do Girl Power, três meninas com super poderes e com atitude que conciliavam o ir à escola com o combate ao crime, enfrentando uma galeria de vilões bastante interessante.

As Powerpuff Girls foram uma criação de Craig McCracken, que o desenvolveu na faculdade, estreando como um Cartoon Cartoon no canal Cartoon Network em 1998. Esteve no ar até 2005, sendo nomeado e vencendo diversos prémios, para além de ter vários especiais e um filme que teve algum sucesso. Foram 78 episódios onde nos divertíamos a ver três meninas super poderosas (nome que teve no Brasil) a ter aventuras fantásticas, muitas das vezes enfrentando vilões que tanto podiam ter piada como ser bem perigosos.

Blossom era a ruiva líder do grupo, inteligente e sensata, Buttercup era a morena menina rapaz, impulsiva e corajosa, enquanto que a loura Bubbles era a mais inocente e ingénua das três.

Pudemos ver isto na TV Cabo no seu canal original, mas muitos viram pela primeira vez na TVI, numa versão dobrada em Português. Mojo Jojo e Him eram os vilões mais perigosos e depois existiam os patéticos que tinham os seus momentos, como os Amoeba Boys ou os Ganggreen Gang. Por vezes apareciam uns só de um episódio, como um simples chefe de família que um dia passa-se da cabeça ou um polícia corrupto.


Outras personagens regulares consistiam no Mayor de Townsvillle e a sua assistente (da qual não víamos a cara), a professora da escola e claro está o criador e "pai" delas, o professor Utonium. Volta e meia apareciam episódios delas só com os colegas da escola, ou então elas com alguma situação, como a Bubbles esconder um animal em casa ou encobrirem o facto do professor andar a roubar brinquedos para elas, para ficarem com eles.

Depois existiam episódios com referências de cultura pop interessantes, como quando quatro vilões se unem e formam um grupo que consegue derrotar as meninas num episódio cheio de referência aos Beatles. Alguns dos meus episódios preferidos incluem um que as meninas cortam o cabelo da Blossom de uma forma bastante interessante, ou aquele em que a Buttercup se recusa a tomar banho ou o que ela quer ganhar dinheiro com os dentes dos outros.

Envolvendo os vilões, gosto do que os Ganggreen gang enganam todos com falsos telefonemas, os que o Him aparecia, o do Mojo Jojo entrar numa festa de pijama das raparigas ou o que se descobre que ele ajudou na criação delas. Fora dos normais, adoro o que entra um mimo malvado e um de um mágico zombie. Era realmente uma série interessante, e das criações do Cartoon Network, uma das que se vê bem mesmo nos dias de hoje.














domingo, 15 de novembro de 2015

... do Batman The Animated Series

domingo, novembro 15, 2015 0
... do Batman The Animated Series

Batman TAS (The Animated Series) foi uma das melhores séries de animação dos anos 90, um desenho animado que respeitava a essência do Batman sombrio, inteligente e corajoso. Muitos de nós tiveram a sorte de ver isto nos finais de tarde do Cartoon Network, lá pelo começo da TV Cabo no nosso país. Influenciou outras séries de animação, e até a banda desenhada, que passou a incorporar algumas das suas personagens.

Bruce Timm e Eric Radomski foram as mentes por detrás deste programa, que apresentava uma complexidade e qualidade artística uns furos acima daquilo a que estávamos habituados. Os desenhos eram elegantes e  proporcionavam bons momentos de acção, para além de nos apresentar histórias sombrias e coniventes com a essência da personagem.

Esteve no ar durante três anos, de 5 de Setembro de 1992 a 15 de Setembro de 1995, num total de 85 episódios, transmitidos pela FOX e com produção da Warner Brothers, que produziu também dois filmes (um no cinema e outro para vídeo), que visavam capitalizar o sucesso de audiências que o programa tinha. Ficou em segundo lugar, sempre atrás dos Simpons, em diversas listas para eleger o melhor desenho animado de todos os tempos, para além de ser considerada a melhor versão animada do Batman.



Era evidente a influência dos filmes de Burton no aspecto visual do desenho, com as cores de tonalidade noir e coisas como dirigíveis da polícia, para além de todo o aspecto sombrio que a cidade apresentava. Timm tratou do aspecto visual das personagens, enquanto que Radomski idealizou o cenário gótico que podíamos apreciar em cada episódio. Paul Dini e Alan Burnett foram os outros dois produtores da série, que tinha Andrea Romano a dirigir o elenco de actores que dava voz aos heróis e vilões do programa.

Um aspecto curioso era de que os diálogos eram gravados com ambos os actores em estúdio, e não em estúdios separados como era hábito. Kevin Conroy era o Batman, Bob Hastings o comissário Gordon e Robert Constanzo como o detective Bullock. Tínhamos ainda a Melissa Gilbert (de Casa na Pradaria) a vestir a pele de Batgirl, enquanto que Loren Lester era o Robin. No lado dos vilões Mark Hamill (de Star Wars) roubava a cena como Joker, interpretando-o de uma forma irracional e muito a ver com a personagem.

O Pinguim foi outro dos vilões com um bom tratamento, mas no geral todos os que apareceram na série eram fiéis à BD e com um bom design artístico. E depois ainda houve o caso da Harley Quinn, a louca apaixonada pelo Joker, que teve tanto sucesso que acabou por ser incorporada na BD também.

Foi uma boa  série, acabei por comprar os dvd's e ao rever os mesmos posso comprovar que não envelheceram mal e a qualidade ainda está lá.





















quinta-feira, 3 de setembro de 2015

... do Cow and Chicken

quinta-feira, setembro 03, 2015 0
... do Cow and Chicken

Voltar ao mundo do Cartoon Network, para falar de um dos seus principais programas, o Cow and Chicken. Fazia parte do núcleo principal do canal e mostrava as aventuras de dois irmãos bem suis generis.

Cow and Chicken apareceu pela primeira vez no What a Cartoon! do Cartoon Network, e o sucesso fez com que a Hanna-Barbera encomendasse uma série que estreou em 1997. Criado por David Feiss, o desenho animado mostrava dois irmãos bem estranhos, uma vaca e um galo, "filhos" de dois pais que pareciam humanos da cintura para baixo, e também era só isso que víamos deles.

Existiram 4 temporadas, num total de 52 episódios, onde víamos os dois irmãos em inúmeras aventuras, na escola ou fora dela. Vaca era uma menina ingénua e sonhadora, enquanto que o seu irmão era mais pessimista e cínico, enquanto que os pais deles eram bem doidos e com piadas bem estranhas.

Existiam ainda os dois amigos de Chicken, Flem e Earl, dois geeks bem trapalhões que seguiam sempre o seu amigo, e o primo sem ossos, o boneless Chicken. A personagem que mais dava nas vistas era o Red Guy, que aparecia quase sempre como antagonista, parecia com um diabo e tinha uma forma de falar bem peculiar.


Os episódios eram intercalados pelo cartoon I am Weasel (onde entrava também o Red Guy), que fez tanto sucesso que pouco tempo depois estrelava o seu próprio Cartoon Cartoon. Por cá Cow and Chicken deu na TVI numa versão dobrada em Português, tendo tido algum êxito.

Existiam alguns temas recorrentes, como a Super Cow, que era quando a vaca virava uma super heroína que falava em espanhol ou o facto do Red Guy querer se aproveitar deles. Eu gostava muito dos episódios onde aparecia o boneless chicken, eram sempre situações cómicas com uma galinha ali sem ossos.

Alguns dos meus episódios preferidos incluíam um onde o Red Guy obriga eles a usarem uns aparelhos para os dentes bem horrorosos, o episódio de Happy Meat, e o da venda de garagem.

Quem mais gostava?












sexta-feira, 10 de abril de 2015

... dos Filhos dos Flintstones

sexta-feira, abril 10, 2015 0
... dos Filhos dos Flintstones

O nome do desenho animado em Português engana um pouco, não se trata dos filhos dos Flintstones e sim do grupo habitual da série que todos amam, mas em versão diminuta e mais infantil. Aproveitou bem uma febre, e foi um dos principais dessa moda de desenhos com versões infantis de programas de sucesso.

The Flintstones kids (Os filhos dos Flintstones) foram criados pelos estúdios Hanna-Barbera em 1986, criando uma espécie de prequela (que ao mesmo tempo era um spin off) dos míticos Flintstones, apesar de ignorar por completo toda a cronologia e história de Fred, Wilma, Barney e Betty que se tinham encontrado somente em adultos.

Foram 24 episódios que ajudaram a criar uma moda, a de mostrar personagens famosas em versão infantil, que foram transmitidos pela RTP em 1988 na versão original com legendas em Português, e também era um dos programas de sucesso quando o Cartoon Network começou a ser transmitido na TV Cabo. No Brasil existiu uma versão transmitida pela SBT e dublada como é costume por lá.

O programa tinha vários segmentos, para além da história principal havia um cartoon dentro de um cartoon, o Capitão Caverna e filho, que era um desenho animado que eles viam com grande entusiasmo e nós ficávamos a ver também. Os outros segmentos consistiam em histórias curtas, que mostravam os dilemas de Dino ou então uma curta com um dos Flintstones.

Víamos as aventuras deste grupo na escola primária de Bedrock, e como tinham que enfrentar um bully chamado Rocky e que para além de ter uma paixoneta por Wilma, gostava de fazer a vida negra do grupo. Era algo simples e divertido, os segmentos tinham bastante piada, mais que as histórias principais por vezes, e é realmente o melhor dos desenhos deste género. Até teve um comic produzido pela Marvel, que teve até algum sucesso.



























quarta-feira, 18 de fevereiro de 2015

... do Beavis and Butt-Head

quarta-feira, fevereiro 18, 2015 0
... do Beavis and Butt-Head

Estes dois marcaram toda uma geração, são um dos maiores símbolos dos anos 90 e uma das imagens mais associadas à MTV. Beavis and Butt-Head eram simples, divertidos e com bom gosto musical, o seu programa era visto por todos e todos reconheciam o duo e sabiam com o que contar.

Mike Judge criou Beavis and Butt-Head para a MTV em 1993, com o programa a estrear a 8 de Março e ficando no ar até 28 de Novembro de 1997. Os desenhos não eram bem feitos, mas isso contribuía para o apelo e o estilo do programa, e eles eram bastante monosilábicos, comunicando com poucas palavras e alguns grunhidos, enquanto viam os vídeos de música na TV.

Vivendo no Texas, eles eram os típicos adolescentes com pouca fibra moral e vontade de fazer algo na vida, costumavam pegar-se um com o outro e adoravam avaliar os vídeos de rock que viam, grunhindo um "COOL" ou "This sucks" a cada um que viam, era a forma de os avaliar.

Os episódios por norma tinham um tema ou uma história, e era entre os segmentos animados que eles criticavam os vídeos de música, mas o que as pessoas se lembram ou gostavam mais era mesmo desses momentos, os episódios ficavam para segundo plano. Por cá só quem tinha parabólica é que tinha contacto com eles, mas com a tv cabo isso mudou apesar de já termos apanhado o seu final de carreira.

Eles conseguiam ser muito mauzinhos nas suas críticas, tinham ódios de estimação (como Michael Bolton), mas mesmo as bandas dos quais eles eram fãs (como AC/DC e Metallica) não escapavam a uma crítica negativa se fosse caso disso. A pior crítica que fizeram foi a música dos Milli Vanilli' "Baby Don't Forget My Number" e a Vanilla Ice' com "Ice Ice Baby", quando simplesmente entraram em choque e mudaram de canal.

Eram conhecidos por entrar em "Head banging" quando gostavam das músicas e isso tanto podia ir das bandas de metal aos grupos de rap ou grupos de rock como os Guns n Roses. Foram considerados por muitos como uma excelente forma de crítica social, apesar de muitos acharem apenas que eram de um tremendo mau gosto.












terça-feira, 20 de janeiro de 2015

... dos Animaniacs

terça-feira, janeiro 20, 2015 0
... dos Animaniacs

Graças ao Cartoon Network conheci muito desenho animado de qualidade feito nos anos 90, já aqui falei de uns e hoje volto a esse mundo para falar dos Animaniacs. Este cartoon foi mais um produzido pela empresa de Steven Spielberg e com uma bela dose de non sense e humor fora politicamente incorrecto.

Depois do sucesso de Tiny Toon, a Warner Brothers não teve dúvidas em colaborar de novo com Steven Spielberg e a sua produtora Amblin Entertainement para a criação de um novo cartoon. Foi assim que nasceram os Animaniacs, que mostrava as aventuras e desventuras dos três irmãos Warner, Wakko, Yakko e Dot, que escapam da sua prisão na torre da Warner e espalham o caos pelo estúdio.

O humor deste programa era cheio de innuendos, referências pop, paródias a filmes e séries conhecidas e muita violência (no bom sentido), resgatando um pouco o espírito dos Looney Tunes e Tex Avery mas de uma forma mais actual. Um dos segmentos de maior sucesso do desenho quando eles decidiam ensinar algo, quer fosse sobre história, geografia, ciência ou matemática e quase sempre com música à mistura. Quem não se lembra do clip de um dos irmãos a cantar as nações do mundo?

Como era hábito na altura, existiam segmentos com outras personagens também elas engraçadas e carismáticas, como um bando de pombos mafiosos ou um esquilo maluco, mas os mais populares foram sem sombra de dúvida Pinky and the Brain. Depois tínhamos o elenco secundário que acompanhava os irmãos Warner, um cientista maligno, uma enfermeira estonteante e um segurança  burro e que sofria bastante com as tropelias dos 3 Warner.

Alguns dos gags habituais mostravam um dos irmãos a dar-nos factos obscuros de trivia, outro com a irmã a recitar poesia e um ainda a mostrar as consequências de uma boa ideia e de uma má ideia.
Quem mais se divertiu com isto?