Ainda sou do tempo: Séries Infanto Juvenis
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quinta-feira, 21 de setembro de 2017

... do Tempo dos mais novos na RTP

quinta-feira, setembro 21, 2017 0
... do Tempo dos mais novos na RTP

O Tempo dos mais novos foi um, dos muitos, blocos que a RTP tinha para apresentar séries e desenhos animados dedicados ao público infanto juvenil. Foi transmitido no começo da década de 80, e animava os finais de tarde da petizada, que ao saírem da escola tinham a possibilidade de assistir aos seus programas preferidos.

Em 1982 chegou inclusive a abrir a programação, já que numa altura de contenção os canais abriam só pelas 17h. Realizado por Carlos Barradas, no genérico víamos um rapaz a ser transportado para dentro de uma nave espacial, puxado por um raio de luz, e nela encontrava-se o nome da rubrica, anunciada também por uma voz, o Tempo dos mais novos.

Neste bloco pode-se ver clássicos como Abelha Maia, Conan rapaz do futuro, Era uma vez o espaço, Calimero, Dartacão ou Sítio do Pica Pau Amarelo entre tantos outros.











quarta-feira, 19 de abril de 2017

... do Fui de visita à minha tia em Marrocos

quarta-feira, abril 19, 2017 0
... do Fui de visita à minha tia em Marrocos


Um daqueles programas que apesar de ter uma vida curta, ficou na memória de todos os que o viram. O Fui de visita à minha tia em Marrocos, foi um musical com 6 episódios, que tinha como música de genérico uma canção que era também, ou tornou-se por causa disso, um clássico infantil.

O programa era um original de António Manuel Sequeira, que escrevia os textos e canções para o programa, para além de também o apresentar. Foram 6 episódios, que mostravam as aventuras de um grupo de formigas e os seus amigos, numa viagem até Marrocos, e que se focava em coisas como, o trabalho em equipa, a defesa do ambiente, e o valor da amizade.



Cada episódio tinha cerca de 10 minutos, o essencial para nos prender ao ecrã sem nos cansar muito e no elenco existiam nomes como Carmen Marques, Carlos Paulo, Marques D'Arede, Lídia Franco ou José Pedro Gomes, por isso como podem calcular, era fácil de ficarmos presos a isto, com tantos bons actores a apresentar textos com alguma qualidade.

Foi transmitido pela RTP pela primeira vez em 1985, no espaço Tempo dos Mais Novos, ao Domingo de manhã, sendo repetido depois em programas como o Brinca Brincando e outros do género ao longo da década de 80, e começo dos anos 90.

A música, uma adaptação de Tó Sequeira de um clássico inglês, continuou a ter bastante sucesso, e pode-se encontrar em diversas colectâneas de música infantil. Alguém lembra-se do programa?



Letra da música:

Fui de visita à minha tia a Marrocos (Hip Hop)
Fui de visita à minha tia a Marrocos (Hip Hop)
Fui de visita à minha tia, fui de visita à minha tia, fui de visita à minha tia a Marrocos (Hip Hop)

Singing aya iupi iupi ai
Singing aya iupi iupi ai, ai ai ai ai
Singing aia iupi iupi aia, iupi iupi aia, iupi iupi ai
Hip Hop

Para lá viajei de camelo (Ondulá)
Para lá viajei de camelo (Ondulá)
Para lá viajei , para lá viajei , para lá viajei de camelo (Ondulá)

Singing aya iupi iupi ai
Singing aya iupi iupi ai, ai ai ai ai
Singing aia iupi iupi aia, iupi iupi aia, iupi iupi ai
Hip Hop, Ondulá

P’lo caminho eu comi um bom porquinho (Ronc ronc)
P’lo caminho eu comi um bom porquinho (Ronc ronc)
P’lo caminho eu comi, p’lo caminho eu comi, p’lo caminho eu comi um bom porquinho (Ronc ronc)

Singing aya iupi iupi ai
Singing aya iupi iupi ai, ai ai ai ai
Singing aia iupi iupi aia, iupi iupi aia, iupi iupi ai

Hip Hop, Ondulá, Ronc ronc

Para acompanhar bebi um bom vinho (Glug glug)
Para acompanhar bebi um bom vinho (Glug glug)
Para acompanhar bebi, para acompanhar bebi, para acompanhar bebi um bom vinho (Glug glug)
Singing aya iupi iupi ai
Singing aya iupi iupi ai, ai ai ai ai
Singing aia iupi iupi aia, iupi iupi aia, iupi iupi ai
Hip Hop, Ondulá, Ronc ronc, Glug glug

De regresso viajei de comboio (uh-uhh)
De regresso viajei de comboio (uh-uhh)
De regresso viajei, de regresso viajei, de regresso viajei de comboio (uh-uhh)

Singing aya iupi iupi ai
Singing aya iupi iupi ai, ai ai ai ai
Singing aia iupi iupi aia, iupi iupi aia, iupi iupi ai
Hip Hop, Ondulá, Ronc ronc, Glug glug, uh-uhh

Da janela disse adeus à minha tia
Até breve! (Bis)
Da janela disse adeus à minha tia
Até breve !

Singing aya iupi iupi ai
Singing aya iupi iupi ai, ai ai ai ai
Singing aia iupi iupi aia, iupi iupi aia, iupi iupi ai
Hip Hop, Ondulá, Ronc ronc, Glug glug, uh-uhh Até breve !






Algumas imagens e info retiradas do site Brinca Brincando





segunda-feira, 20 de fevereiro de 2017

... dos Morangos com Açúcar

segunda-feira, fevereiro 20, 2017 0
... dos Morangos com Açúcar

Em dia de aniversário da TVI, recordo um dos seus maiores sucessos, a série Morangos com Açúcar. Um programa que nos deu a conhecer actores que ainda hoje aparecem nas novelas na TVI , que ajudou a criar bandas de sucesso, originou um filme no cinema e teve uma onda de merchandising como nunca se tinha visto no nosso país.

Antes de começar, direi que este post serve para abordar todo o fenómeno Morangos com Açúcar, já que ao longo do tempo irei abordar algumas das temporadas em posts individuais, para além de personagens memoráveis que por lá passaram.

A Malhação já tinha passado no nosso país, na SIC, mas foi na TVI de José Eduardo Moniz que se decidiu fazer uma coisa semelhante, uma série juvenil (num formato em tudo parecido às novelas que todos conhecíamos), que mostrasse aos mais jovens como algo do género podia ser também do seu interesse. O sucesso foi imediato, e de certeza que ultrapassou as expectativas de todos, com os actores a virarem estrelas e o canal a saber aproveitar toda a loucura que rodeou este programa.

Foi no dia 30 de Agosto de 2003 que a TVI estreou o primeiro episódio de MCA, no horário de final de tarde (pelas 19h15), e o genérico mostrava logo o que aí vinha, uma música animada da autoria de Berg e apresentando as personagens que iríamos aprender a amar. Com textos da autoria da Casa da Criação, Morangos com Açúcar teve 9 temporadas, com cerca de 200 episódios que mantiveram o programa no ar até 15 de Setembro de 2012. Se analisarmos bem a coisa, são 18 temporadas, já que em cada ano tínhamos a normal e as férias de verão, que trazia por vezes novas personagens e novas histórias.


Na primeira temporada tivemos a relação de Pipo e Joana como o motor principal da história, que alternava entre o bar que este tinha na praia e o Colégio da Barra, que durante 4 temporadas foi o palco principal da série, onde víamos novatos a contracenar com veteranos, com destaque para Guilherme Filipe, que foi um vilão memorável, com o seu professor Sapinho. No elenco tínhamos nomes que se tornaram conhecidos com o passar do tempo, como Benedita Pereira, João Catarré, Joana Solnado, Patrícia Candoso ou Rodrigo Saraiva, e outros que já conhecíamos bem, como Luís Esparteiro, Dalila Carmo, Helena Isabel ou Rita Salema.

Como já tinha referido, a primeira temporada dividiu-se em duas, e na série de verão tivemos algumas novas personagens, algo que seria habitual e que ganharia força na segunda temporada, onde despontou o Dino, uma das figuras mais populares deste universo, e um bom contraponto para o Crómio, outra figura que deu nas vistas nesta segunda temporada. Aqui tentou-se também manter algo que não afastasse por completo o público, o facto de transitarem algumas personagens da primeira temporada, com mais ou menos destaque do que o que tinham tido na primeira.

Ambientada num colégio da zona de Cascais, a praia e desportos como o Surf tinham algum destaque, mostrando-nos quase sempre um grupo de pessoas com algumas posses, aparecendo um ou outro caso de pessoas que tinham direito a bolsas e coisas do género para estudarem num colégio com aquela categoria. Isso iria ser mais evidente no terceiro ano, com a criação de conflitos entre estudantes de uma escola pública e os deste colégio.

Na terceira, começou o hábito de dar um sub titulo à temporada, neste caso foi escolhido Geração Rebelde, e o genérico ia acompanhando essas mudanças, mudando de música conforme a nova temporada. Este sub título manteve-se até a sexta temporada, altura que se decidiu sacudir um pouco o formato, e criar uma escola de talentos, onde o canto, a dança e a representação ganhavam força e se afastavam das disciplinas normais, que eram usadas nas primeiras temporadas.


Assim ganhavam ainda mais força os cd's que já iam sendo lançados, com boas vendas, sendo um trajecto normal, numa série que já tinha dado a conhecer nomes com os D'zrt, as Just Girls ou o FF. Para além destas bandas, o programa tinha personagens que ganhavam vida fora da televisão, como foi no caso do Crómio e do Dino, que faziam presenças em diversos locais e arrastavam multidões.

Nesta altura já a TVI também tinha criado uma máquina, que soubesse dar vazão a todo o merchandising que começava a ser vendido, desde material escolar a roupa, passando pelos cd's e concertos com artistas que faziam parte da banda sonora das diversas temporadas. Aliás a música era parte integrante de MCA desde a primeira temporada, assim como as participações especiais de artistas nacionais e internacionais.

Pela série passaram nomes como Simply Red, Anjos, Sugababes, Fingertips, Boss AC, Orishas, João Moutinho ou Manuel Luís Goucha entre outros. Nas últimas temporadas o programa tinha fugido do seu formato original, tentando colar-se a sucessos da altura como High School Musical, mas continuando a apresentar bons resultados, não deixando de ser por isso uma surpresa quando anunciaram o seu final.


Já tinha havido uma peça de teatro com personagens dos Morangos, mas uma produção cinematográfica tem outro impacto, e a prova como mesmo no seu final, ainda tinha muito para dar. Para além de grupos que tiveram um grande sucesso, o maior legado da série é sem sombra de dúvidas a quantidade de actores que deu ao nosso audiovisual.

Para além dos nomes que falei da primeira temporada, pelo programa passaram pessoas que hoje são grandes estrelas ou presenças habituais nas diversas produções televisivas. Rita Pereira, Cláudia Vieira, Sara Matos, Mariana Monteiro, Ana Guiomar, Diogo Valssassina, Joana Duarte, Francisco Côrte-Real, Sara Prata e Isaac Alfaiate entre outros são um bom exemplo do que falo.

Como disse, irei voltar a este tema mais vezes, já que sou confesso fã deste programa e segui regularmente as primeiras 5 temporadas, nunca deixando de ver a série, mas seguindo com menos intensidade as restantes temporadas. Quem mais por aí era fã?
















terça-feira, 26 de janeiro de 2016

... dos Power Rangers

terça-feira, janeiro 26, 2016 0
... dos Power Rangers

Os Power Rangers marcaram os anos 90, uma série juvenil com robôs, monstros e até dinossauros não tinha como não funcionar. Por cá passou na SIC, com dobragem Portuguesa que ajudou a conquistar os Portugueses, sendo um sucesso por cá também.

Uma criação de Haim Saban, os Power Rangers estrearam em 1993. com produção da Saban e Toei. Baseados no Super Sentai Kyoryuu Sentai Zyuranger, o programa foi o primeiro sucesso do produtor nos Estados Unidos da América, depois de alguns êxitos na Europa. Isto deveu-se ao facto dos Dinossauros ainda estarem muito na moda, por causa do filme Parque Jurássico, A SIC passou isto em 1994, com uma dobragem Portuguesa dirigida por Cláudia Cadina, com nomes como Rui Paulo, Teresa Sobral ou Heitor Lourenço.

Quando astronautas libertam a vilã Rita Repulsa da sua prisão na Lua, Zordon pede ao robot Alpha 5 para recrutar 5 adolescentes para tornarem-se nos Power Rangers e combaterem Rita Repulsa e os seus monstros de conquistar a Terra. Esses jovens andam no liceu de Angel Groove e têm ainda que lidar com os seus colegas Bulk e Skull.

Cada ranger possui uma cor e representa um dinossauro diferente, e também um Zord(um robot gigante) que se fundem num só, transformando-se num MegaZord. Jason era um T-Rex vermelho, Trini uma Dentes de sabre amarela, Kimberly o Peterodatilo rosa, Zack um Mastodonte preto e Billy um Triceratopo azul, juntos formavam o Mega zord.

Existiu ainda o ranger verde, um dragão, ao serviço de Rita Repulsa, mas os rangers conseguem quebrar o feitiço e Tommy passa para o lado do bem. Com ele formam um MegaDragão Zord. Na segunda temporada apareceram outros rangers, o que assegurou o sucesso da série e do merchandising, já que existiram muitos bonecos, colecções de cromos e afins.



                    


                   










domingo, 10 de janeiro de 2016

... da série A Porta

domingo, janeiro 10, 2016 0
... da série A Porta
Imagem do blog desenhos animados

Nos tempos em que a estação pública tinha a preocupação de fazer séries juvenis, podíamos ver de tudo um pouco e algumas delas eram bastantes interessantes. Em 1990 surgiu no primeiro canal A Porta, uma série escrita por José Fanha (que escreveu também as letras das canções) que nos mostrava uma porta especial que permitia a entrada de pessoas muito especiais que depois abrilhantavam o episódio em questão.

O actor Olando Costa protagonizava a história, para além de ser o encenador e ajudar na composição das músicas em conjunto com Carlos Guerreiro que ajudavam a dar corpo às letras de José Fanha. No elenco tínhamos ainda nomes como o de Maria João Luís, Teresa Faria, Paulo Oom e Francisco Pestana.

A história passava-se numa casa que tinha somente uma porta, nada de paredes, nem janelas, nem sequer um tecto, A família que se muda para lá, descobre que a porta não era uma porta qualquer, já que permitia a entrada de uns vizinhos muito especiais.

O Grande Espinafre que plantava tudo e mais alguma coisa, a Princesa Princesinha que afinal não era princesa e sonhava casar com um Príncipe Encantado, O Dr. Xico Parafuso que consertava tudo e a Bruxonauta que falhava constantemente os seus feitiços.

Quem se lembra da série, que até teve direito a um livro?










terça-feira, 3 de fevereiro de 2015

... do Cláudio e Carolina

terça-feira, fevereiro 03, 2015 0
... do Cláudio e Carolina

Já falei aqui de diversos programas com fantoches e marionetas, a RTP transmitiu uma boa dose desses na década de 80 e hoje chegou a vez de falar do Cláudio e Carolina.

Cláudio e Carolina foi um programa Infanto Juvenil da RTP, uma ideia de Isabel Andrea com a realização de Manuel Pires. Como tantos programas dessa época, este tinha a intenção de educar e ensinar divertindo, mostrando às crianças coisas essenciais e os deixando ainda assim entretidos com atenção a algo que podia ser importante para eles.

Foi transmitido em 1984, tendo a colaboração do teatro de fantoches Lanterna Mágica, e mostrava várias coisas desde o montar um brinquedo a aprender a colorir algo, aprender coisas importantes no nosso país como algo relacionado com o mar ou agricultura ou então simplesmente conhecer as cores e os números por exemplo.

Cláudio, Claudico
Carolina
Cláudio, Cláudio
Carolina
onde vamos neste dia?
vamos perto,minha amiga
ao mundo da fantasia.

Cláudio, Cláudio
Carolina
Cláudio, Cláudio
Carolina
onde vamos neste dia?
vamos perto,minha amiga
ao mundo da fantasia.



Ainda bem que o Desenhos Animados colocou estes vídeos




segunda-feira, 21 de outubro de 2013

... da série Os melhores Anos

segunda-feira, outubro 21, 2013 0
... da série Os melhores Anos

Muito antes dos Morangos com Açúcar, ou até dos Riscos, a série Portuguesa juvenil que tentava retratar a vida dos jovens e colocá-la na TV era uma chamada "Os melhores anos".  Ao contrário das outras duas, cor e animação era coisa que não marcava muita presença no pequeno ecrã, eram outros tempos e a ideia que se tinha era que os jovens eram muito calmos e com roupas que não chamavam muito a atenção.

Os Melhores Anos foi uma série de 13 episódios, que passou desde 22 de Setembro de 1990 até o dia 29 de Dezembro desse ano, uma ideia original de João Aguiar que também escrevia os argumentos e os diálogos do programa que foi realizado por Jorge Paixão da Costa. A acção desenrolava-se num liceu (C+S António de Melo que era na verdade a Escola Secundária Rainha Dona Amélia em Lisboa) e centrava-se numa turma do 9º Ano e naquilo que afecta os rapazes e raparigas nessa altura da vida.

Lembro-me pouco da série (fui mais fã dos Riscos uns anos mais tarde), mas era tudo abordado de uma forma soft e a representação era muito sofrível e apagada. Aliás como todo o cenário da série, os figurinos, tudo era muito "Não olhem muito para nós, estamos aqui para passar despercebidos".



No elenco tivemos nomes conhecidos, no lado dos professores tínhamos Vítor Norte como prof. de educação física, Alexandra Lencastre era a prof. de Inglês uma pessoa simples da província a estranhar a vida na grande Lisboa e Lídia Franco era a directora da turma (apesar de nunca se saber que disciplina lecciona) e era a grande vilã da série, má como tudo.

Nos alunos tínhamos a destacar-se um jovem chamado Peter Michael que interpretava o crânio da turma, e Vítor Emanuel como um jovem de um bairro desfavorecido que tinha chumbado de ano e se apaixonou por uma professora. Mas tínhamos também a jovem Sofia Solange, uma menina bonita que era a namoradeira da turma e fez muito rapaz do público suspirar por ela (apesar de andar sempre com muita roupa em cima).

Elenco:
Sofia Solange Sousa – Isabel
Peter Michael – Tadeu
Ricardo Costa – Zeca
Carla Cristina Carvalho – Joana
Maria Leonor Francisco – Célia
Filipe Malta – Tony
Vítor Emanuel Silva – Miguel
Nuno Miguel Magalhães – Paulo
Filipe Santos Dias – André
Bruno José Barroso – Chico
Alexandra Lencastre – Margarida
José Gomes – Josué
Lídia Franco – Dalila
Laura Soveral – Berta
Maria José Camecelha – Idalina
Rogério Claro – Sr. Francisco
Rogério Samora – Tiago
Vítor Norte – Cruz
Info tirada do site http://www.brincabrincando.com

Alguém mais via ou gostava desta série?




terça-feira, 5 de junho de 2012

... da Brigada Falcão (TerraHawks)

terça-feira, junho 05, 2012 3
... da Brigada Falcão (TerraHawks)


Há alturas em que falo de séries e há pessoal que olha para mim como se tivesse sonhado as coisas, eu lembrava-me de algo no estilo dos Thunderbirds e que no final do episódio havia um "jogo do galo" com os robôs intervenientes mas o resto do pessoal não se lembrava. Graças ao Google descobri que era os TerraHawks e assim lembrei-me logo do nome por cá e tudo, Brigada Falcão.



A Brigada Falcão deu por cá em 1988, na sua versão original e com legendas, nos finais de tarde da RTP 1 no mítico espaço "Brinca Brincando" e apesar de não ser muito fã de séries de Marionetas, esta conquistava-me a atenção. Era mais uma série de Marionetas que usava a técnica Supermacromation, da mente de Gerry Anderson e Christopher Burr e que foi transmitida originalmente entre 1983 e 1986 em 3 temporadas de 13 episódios cada. Não me recordo se foram todos transmitidos por cá, eu via isto apenas ocasionalmente mas sei que seria por essa altura, entre 1988 e 1990. A série foi escrita por Gerry Anderson, Tony Barwick e Trevor Landsowne e relatava as as aventuras de um grupo de Soldados que protegia a terra da invasão de Extraterrestres que já tinha destruído as bases da Nasa no Planeta Terra e em Marte. O ano era o de 2020 e esta ameaça Alienígena era constituída por andróides liderados pela maléfica Zelda e que tinha umas armas que tinham a forma de um cubo.



No lado dos Terrahawks existiam uns robôs redondos, e eram estas duas máquinas que apareciam no tal jogo do galo no final de cada episódio. Era uma das melhores memórias que tinha, até porque os "maus" venciam em algumas ocasiões, algo não muito comum na altura e que me entusiasmava um pouco. As batalhas entre estes cubos e esferas nos episódios eram giras, os efeitos sonoros davam outro ar à coisa e distraíam do facto de estarem a ser filmados num quintal qualquer.

Nesse aspecto lembro-me que os vilões da série eram, como habitual nesta altura, pouco eficazes e mais distraídos nas lutas internas do que a derrotar os heróis da história. A líder tinha um discurso à lá Ming, até no tom de voz, e do lado dos bons lembro-me de um dos cientistas, o Tiger, que era um pouco um Dr. House, gritava e tratava mal quase toda a gente e estava sempre distraído a jogar videojogos (muito à frente para a altura). Outra boa lembrança era as naves que usavam para atacar, tinham um bom design e dava logo outro colorido à coisa toda.

Estive a ver uns episódios no Youtube e sinceramente, bad acting aside, ainda se vê muito bem. Não me importava que repetissem isto por aí.









sexta-feira, 18 de maio de 2012

... do Anel Mágico

sexta-feira, maio 18, 2012 0
... do Anel Mágico


Há séries que embora tenhamos apenas uma leve lembrança, nunca nos saem da memória, mesmo que tenham sido de curta duração e transmitidas apenas uma vez há muitos anos atrás. Para mim o Anel Mágico é uma dessas séries, tenho perfeita lembrança da música de Rão Kyao no genérico e quando falo dela aos meus amigos, muitos ficam a olhar para mim com uma cara de que "deves ter sonhado", tão breve e fugaz que foi a sua passagem pelo nosso televisor.

Foi a 15 de Outubro de 1986 que estreou uma série com 12 episódios, da autoria da dupla Ana Magalhães e Isabel Alçada e ainda Maria Teresa Ramalho e João Mattos e Silva com um teor cómico-policial e destinado a um público juvenil. Lembro-me que tinha a ver com um roubo de quadros de um museu, e que muita da acção se passava no sotão com teores sobrenaturais em algumas ocasiões. O elenco era de luxo, Luísa Barbosa, Carlos Wallenstein, Carlos César ou Mariana Rey Monteiro eram apenas alguns dos nomes que abrilhantaram esta série que a RTP bem podia repor na RTP Memória. São muito escassas as recordações, e assim como eu muito quereriam ver essa série de novo.





sexta-feira, 6 de abril de 2012

... dos Riscos

sexta-feira, abril 06, 2012 3
... dos Riscos


A RTP já tinha tido uma Novela/Série Juvenil, Os Melhores Anos, que tinha passado um pouco despercebida pelo público em geral e em 1997 decidiu voltar a arriscar com algo que se pode considerar o primeiro "Morangos com Açúcar", a série Riscos. A série tinha mais cor e movimento que a sua antecessora, para além de investir muito mais no melodrama e nos temas fortes como gravidez na adolescência, toxicodependência ou o bullyng.

Rapidamente se tornou tema de conversa no liceu, mas não pelos melhores motivos e sim porque o acting era bastante mau, o elenco juvenil tinha grandes lacunas nesse aspecto se bem que viu nascer algumas caras que nos iríamos habituar a ver pela Televisão como a Paula Neves. Como nos Morangos, aqui também se apostava num elenco adulto com nomes consagrados para contracenar com os novatos, assim podíamos ver nomes como Canto e Castro, Virgílio Castelo ou João Lagarto a ensinar miúdos como Ana Rocha, Paula Neves ou Joana Seixas.

O problema maior da série era a choradeira constante, existiam sempre grandes dramas, ou familiares ou escolares, que combinados com uma má representação e , por vezes, uma má realização davam origem a algo um pouco doloroso de se ver. Ao mesmo tempo era esse o principal interesse para ver a coisa, o poder comentar a porcaria que tinha sido transmitida naquele episódio. Ocasionalmente existiam daqueles momentos "tão mau que dá a volta e fica bom".

Havia uma rebelde, com o cabelo colorido e atitudes extremas que iam desde as relações sexuais de uma forma regular (sim naquele tempo era rebeldia), a experimentações lésbicas passando por envolvimento com marginais. Mesmo assim tinha amigos no grupo dos betinhos,  e era isto que apimentava a vida na escola onde os encontrávamos quase sempre no bar do liceu. A banda sonora era o melhor do programa, passavam sempre músicas actuais e de qualidade que ia de Primitive Reason a Cardigans.