Ainda sou do tempo: Música
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segunda-feira, 20 de agosto de 2018

... dos cd's do Fido apresenta n1

segunda-feira, agosto 20, 2018 0
... dos cd's do Fido apresenta n1

No começo da década de 90, surgiu uma colectânea que servia de alternativa aos Hit Parade e Jackpot que ainda existiam. Usando a imagem do Fido, mascote da 7up, tentava assim apelar a um público mais novo e revitalizar o mercado das colectâneas.

Lembro-me de ver isto em vinil e k7, mas ao contrário dos Hit Parade e Jackpot, era o cd do Fido Apresenta N1 que conquistava o público. Os anos 90 pediam outra imagem, e o Fido Dido, a personagem cool que dava vida à publicidade para a 7up, foi a escolha ideal para protagonizar as capas destas colectâneas.

Eram editadas 2 por ano, no verão e no Natal, um pouco como depois a famosa colectânea NOW, e assim como esta, também trazia 2 cd's repletos dos sucessos desse ano. Publicados entre 1991 e 1996, as colectâneas foram um enorme sucesso de vendas, destronando os campeões da altura, que acabaram por desaparecer, e só conheciam rival nas colectâneas de músicas de dança que eram editadas pela Vidisco (e para um público totalmente diferente).

Esta colecção tinha ainda a particularidade de ter músicas de todas as grandes editoras da altura (Sony, BMG, EMI), e por isso era normal o sucesso, já que podia apresentar todos os cantores e sucessos desse ano.


Esta edição de 1995 trazia:

CD 1
1. Back For Good - Take That
2. Think Twice - Céline Dion
3. The Conquest Of Paradise - Vangelis
4. Non C'é - Laura Pausini
5. Here Comes The Hotstepper - Ini Kamoze
6. No More "I Love You"s - Annie Lennox 
7. She's A River - Simple Minds 
8. Independent Love Song - Scarlet
9. Whoops Now - Janet Jackson
10. I've Got A Little Something For You - MN8
11. Vulnerable - Roxette
12. Be My Lover - La Bouche
13. Mariana - Diva
14. In Existence - Beautiful World

CD 2
1. Scatman (New Radio Edit) - Scatman John
2. Nadar (SDL Hip Hop Remix) - Black Company
3. Cotton-Eye Joe - Rednex
4. Holding On To You - Terence Trent D'Arby
5. Unchained Melody - Robson & Jerome
6. Stay - Eternal
7. Whatever - Oasis
8. Perfume - Entre-Aspas
9. Undecided (Deep Radio Mix) - Youssou N'Dour
10. Open Your Heart - M-People
11. Bubbling Hot - Pato Banton
12. The First The Last Eternity (Till The End) - Snap feat. Summer
13. Gente Comme Noi - Spagna   
14. Tell Me When - Human League

Tinha 2 músicas nacionais,e muitos Êxitos internacionais, lembram-se destas músicas? Esta foi uma das mais populares desta colecção, assim como a de 1993, que reproduzo aqui a capa e lista de músicas


Cd 1
1 –4 Non Blondes What's Up
2 –Eros Ramazzotti Cose Della Vita
3 –Tina Turner I Don't Wanna Fight
4 –Take That Pray
5 –UB40 Can't Help Falling In Love
6 –Soul Asylum (2) Runnaway Train
7 –Depeche Mode Condemnation
8 –Haddaway Life
9 –Pet Shop Boys Go West
10 –Jon Secada Otro Dia Más Sin Verte
11 –Culture Beat Mr. Vain
12 –SWV Right Here
13 –Kenny G (2) Forever In Love

Cd 2
1 –Radiohead Creep
2 –Michael Bolton To Love Somebody
3 –2 Unlimited Tribal Dance
4 –Sitiados O Baile
5 –Mikel Erentxun A Un Minuto De Ti
6 –Sade Cherish The Day
7 –Héroes Del Silencio Nuestros Nombres
8 –R.E.M. Everybody Hurts
9 –Beverley Craven Love Scenes
10 –Luís Represas Fora De Tempo
11 –Billy Idol Shock To The System
12 –Shabba Ranks Housecall
13 –Terence Trent D'Arby Delicate
14 –Meat Loaf I'd Do Anything For Love (But I Won't Do That)

Este cd tem das melhores listas de música de uma colectânea, e tive o cd que ouvi bastante vezes, especialmente o primeiro, que punha a tocar de começo ao fim sem parar. Vou deixar aqui as capas do primeiro cd desta colecção, e as edições Latino e Brasil, com músicas latinas.








quinta-feira, 29 de março de 2018

... dos Pink Floyd

quinta-feira, março 29, 2018 0
... dos Pink Floyd


Volto a ceder o meu lugar a outra pessoa, para mais um Memórias dos Outros, neste caso para falarem de um dos maiores grupos da história da música, os Pink Floyd. A Fernanda Fontes é uma fã hardcore da banda, e por isso é a pessoa ideal para nos conduzir nesta memória, fornecendo-nos até algumas fotos da sua colecção pessoal, como esta do topo. Vamos então a isso?

Dizermos que ainda somos do tempo dos Pink Floyd não faz muito sentido, tendo em conta que são uma banda intemporal. Mas dizer que ainda sou do tempo em que os Pink Floyd faziam tournées mundiais que esgotavam em minutos, ou que somos do tempo em que ainda lançavam álbuns, isso sim. Ainda sou desse tempo. Muitos de nós somos.

Banda formada nos míticos anos 60, mais propriamente 1965 em Londres, teve como alinhamento original Roger Waters (baixo e voz), Nick Mason (bateria), Richard Wright (teclado e voz) e Syd Barrett (guitarra e voz principal). David Gilmour (guitarra e voz) juntou-se à banda em 1967. Syd Barrett saiu oficialmente em 1968 e faleceu em 2006 com 60 anos. Gilmour tomou o seu lugar como vocalista da banda.

Devido a “diferenças criativas” (muito eles gostam de usar este termo), Richard Wright deixou a banda em 1979 e Roger Waters em 1985. Ao contrário de Waters, que nunca mais voltaria a criar nova música com os restantes membros, uns anos depois Wright juntou-se aos colegas para tocar em sessões de estúdio e, mais tarde, voltou como membro da banda. De acordo com Gilmour, Wright foi dos membros mais importantes na criação dos 2 últimos álbuns oficiais da banda.



Na sequência do evento de beneficência Live 8 realizado em 2005 no Hyde Park em Londres, Waters uniu-se aos restantes 3 membros para um pequeno concerto. Há mais de 24 anos que os 4 elementos não tocavam juntos e, depois disto, não o voltariam a fazer.

Chegaram a participar no concerto de tributo a Syd Barrett, em 2007. Mas Waters tocou a solo, enquanto os restantes tocaram juntos várias composições de Barrett. Gilmour e Waters deixaram bem claro, em várias entrevistas, que não tinham interesse numa reunião e chegaram a recusar um contrato no valor de 150 milhões de euros para uma tournée mundial. 

Portugal teve o prazer de os receber a 23 de setembro 1994, no antigo estádio José Alvalade, com a tournée Division Bell. Mais de 85 mil pessoas se deslumbraram com aquilo que foi considerado, por muitos, o melhor concerto que Portugal já presenciou até aos dias de hoje.


15 álbuns de estúdio. The Endless River, lançado em 2014, não contém música nova mas sim música gravada nas sessões de estúdio durante a criação do álbum Division Bell (1994). Muito trabalho ficou de parte e não foi colocado nesse álbum. Apesar de grande maioria se tratar de música ambiente ou instrumental, não foram feitas muitas alterações ao que já tinha gravado com Wright porque, de acordo com Gilmour, “esta música é para a geração que quer colocar os headphones, deitar-se, ou qualquer coisa, e curtir uma peça de música por um largo período de tempo”.

Gilmour e Mason iniciaram este projeto em 2013 com o objectivo de lançar um álbum dos Pink Floyd no século XXI e, também, como tributo a Richard Wright.

É muito difícil identificar qual o melhor álbum. Depende do gosto de cada um, depende da mood em que estamos no momento, depende das recordações que a música nos traz. Depende de tanta coisa.
Pessoalmente, o meu favorito é o Wish You Were Here (1975). Porquê? Porque me traz tantas, mas tantas recordações boas. Há quem diga que o melhor é o Dark Side Of The Moon (1973) que, durante alguns anos, foi dos álbuns mais vendidos do mundo. Ou The Wall (1979), de onde saiu uma das músicas mais conhecidas no mundo: Another Brick In The Wall (part 2). E há quem prefira o trabalho menos conhecido para o público em geral. Todo o trabalho musical dos Pink Floyd merece destaque. Merece reconhecimento.


Roger Waters continuou a solo e ainda esgota concertos com a sua actual tournée Us+Them.
David Gilmour também lançou vários trabalhos a solo, mesmo quando a banda ainda estava no activo e, de igual forma, esgota concertos com a maior facilidade. Mas Gilmour prefere tocar em espaços mais pequenos para manter contacto com o público.

Com o falecimento de Richard Wright em 2008, morreu também a última hipótese de uma tournée final. Ou de uma última reunião com Waters. Para Gilmour, não faria qualquer sentido tocar sem Wright, que ele considera ser grande parte da alma dos Pink Floyd.

Nick Mason referiu várias vezes que adoraria voltar a tocar com os colegas. Gilmour opõe-se a essa hipótese, dizendo que já fez tudo o que podia fazer como membro dos Pink Floyd. Pessoalmente, acho que ainda teriam muito para nos dar.


Mas ainda nos deixaram muita coisa. E, como refiro no início do texto, Pink Floyd são uma banda intemporal que irá permanecer como uma das melhores bandas que alguma vez existiram ou existirão.










segunda-feira, 12 de março de 2018

... do Richard Clayderman

segunda-feira, março 12, 2018 0
... do Richard Clayderman

Richard Clayderman sabe apresentar músicas que todos possam apreciar, desde a mais clássica, a hits de bandas conhecidas (como os Abba), Clayderman toca tudo de uma forma suave e encantadora. Está no livro do Guiness como o pianista mais bem sucedido de todo o mundo, e a música Ballade pour Adeline, é considerada uma das melhores baladas jamais tocadas ao piano.

Philippe Pagés nasceu a 18 de Dezembro de 1953, em Paris, França, adoptando o nome artístico de Richard Clayderman. Filho de um professor de piano, desde cedo se viu envolvido no mundo da música, demonstrando um talento natural. e um grande à vontade. Aos 6 anos já conseguia ler música, e aos 11 entra para um conservatório, vencendo o seu primeiro prémio aos 16 anos.

Chegou a formar um grupo de rock, mas o sucesso apareceu em 1976, quando venceu o casting proposto pelo produtor musical Olivier Toussaint, que tinha composto em parceria com Paul de Senneville, uma música para a sua filha recém nascida, chamada "Ballade pour Adeline". Clayderman com apenas 23 anos encantou o produtor, que ficou fã tanto da sua forma de tocar, como do seu aspecto físico.


Tornou-se um hit instantâneo, tornando-se um dos maiores êxitos da sua carreira, tocando-a ainda nos dias de hoje, adaptando a música à sua medida. Originalmente era só uma balada ao piano, com o decorrer do tempo, ele foi adaptando instrumentos de corda à música, dando outro ênfase a esta canção.

O artista foi ganhando seguidores, conquistando uma legião de fãs e começando assim uma carreira de sucesso. Clayderman soube construir uma carreira sólida, adoptando um estilo romântico, adaptando músicas pop famosas e dando-lhes um toque mais melodioso, adaptando-as ao piano.

Também tocava música clássica, tocando-a de uma forma um pouco mais "moderna", fazendo assim com que todo o tipo de público conhecesse música, que de outra forma não ouviria. Foram mais de 1,300 músicas, vendendo mais de 150 milhões de discos e conquistando várias centenas de prémios, conseguindo entrar para o livro do Guiness como o Pianista mais bem sucedido de todo o mundo.

Tem feito espectáculos um pouco por todo o mundo, sendo extremamente popular na Ásia e também no Brasil, onde chegou a fazer um concerto onde tocava músicas populares brasileiras.









terça-feira, 16 de janeiro de 2018

... dos Trabalhadores do Comércio

terça-feira, janeiro 16, 2018 0
... dos Trabalhadores do Comércio

Uma das bandas mais populares dos anos 80, ficou conhecida pelos seus telediscos diferentes e as suas letras irreverentes, que ficaram para sempre na nossa memória. O sotaque carregado do norte, e a forma como isso soava, fez com que os Trabalhadores do Comércio se tornassem um caso sério de sucesso no nosso país.

Sérgio Castro e Álvaro Azevedo fundam os Trabalhadores do Comércio em 1979, saindo do grupo Artes e Ofício (uma banda que cantava em inglês) para aproveitar a onda de música Rock em português que dominava o nosso país. Decidiram se destacar dos outros, com o humor e irreverência nas suas letras, e pelo facto de cantarem com um sotaque do norte bem exagerado, tornando tudo bastante divertido.

Junta-se a isto tudo um vocalista de 7 anos, João Luís (sobrinho de Sérgio), que ajudou ainda mais a tornar a banda completamente diferente de tudo o resto que aparecia por cá. O primeiro disco, lançado em 1981, chamado "Trips à moda do Porto", é um sucesso absoluto, com singles como "Chamem a Policia" e "Taquetinho ou levas no focinho" a dominarem as rádios e a tornarem o grupo um nome conhecido por todos.

Quando o segundo álbum não conheceu o mesmo sucesso, e quando o sobrinho de Sérgio começou a frequentar o liceu, a banda decidiu abrandar um pouco, voltando em 1986 no festival da canção, onde ficou no pódio com a música "Tigres de Bengala", perdendo para o "Não sejas mau para mim" da Dora.

Tiveram duas colectâneas com os seus maiores sucessos, em 1989 e 1995, voltando a gravar em 2007, mas longe do sucesso de outros tempos, apesar de ter sido um disco bem recebido pelo público e crítica.











domingo, 14 de janeiro de 2018

... dos Discos Max Mix

domingo, janeiro 14, 2018 0
... dos Discos Max Mix

O primeiro Max Mix surgiu em Espanha, em 1986, e o sucesso da compilação foi avassalador, fazendo com que esta chegasse ao nosso país pouco tempo depois. Saíram vários discos desta colecção por cá, mas apesar da ideia original (de podermos fazer os nossos próprios mixes), foi uma febre de curta duração em Portugal.

Os discos Max Mix tiveram várias edições, chegando a sair duas edições por ano durante a década de 80, começando a perder alguma força durante os anos 90, numa altura em que já só eram editados lá por Espanha, já que por cá saíram apenas algumas das primeiras edições.

Eram temas na onda do Italo Disco, e cada edição vinha com músicas da chamada Eurodance, intercalando com alguns sucessos da música pop desse ano em questão. Depois nós podíamos misturar as mesmas na ordem que quiséssemos, com alguns efeitos especiais para a passagem de uma música para a outra. Foi considerado uma das melhores colectâneas mix, quer pela qualidade de efeitos, quer pelas músicas, mas como em todas as febres dos anos 80, foi esmorecendo com o tempo.

Quem teve um?










domingo, 7 de janeiro de 2018

... dos Sétimo Céu

domingo, janeiro 07, 2018 0
... dos Sétimo Céu

Formado pelos irmãos Rosado (Sérgio e Nélson), Pedro Camilo e Telmo Miranda, o grupo Sétimo Céu teve na música "Foi só um olhar" o seu maior sucesso, aparecendo um pouco por toda a parte, fosse na rádio ou em programas de televisão. Criada em 1997, pelos irmãos Faria Gomes, a banda lançou em 1998 um cd do qual se destacou este single, numa altura em que Portugal se via invadido por diversas boysband. O grupo desfez-se pouco tempo depois, com os irmãos Rosado a apostarem numa carreira como duo, nascendo assim os Anjos.














quinta-feira, 7 de dezembro de 2017

... dos Sétima Legião

quinta-feira, dezembro 07, 2017 0
... dos Sétima Legião

Foi uma das bandas que marcou o panorama musical nacional na década de 80, tanto pela mistura de estilos que apresentava nas suas músicas, como pela qualidade de algumas das suas letras. Os Sétima Legião marcaram uma época, e por isso mesmo ocupam um lugar de destaque na história da música portuguesa.

Foi em 1982, que Rodrigo Leão (baixo e teclas), Nuno Cruz (bateria) e Pedro Oliveira (voz e guitarra) começaram a ensaiar na Avenida de Roma, concorrendo à grande noite do Rock pouco tempo depois, conseguindo alcançar o segundo lugar. Escolheram o nome de Sétima Legião (o nome da legião Romana que veio à Lusitânia), e apresentavam-se misturando o respeito pelas raízes nacionais com o gosto que tinham pelo rock inglês, chegando até a apresentar algumas influências celtas nas suas músicas.

Paulo Marinho (gaita de foles) e Susana Lopes (violoncelo) juntaram-se pouco tempo depois, e a banda acaba por assinar contrato com a Fundação Atlântica (de Pedro Ayres Magalhães, Miguel Esteves Cardoso e Ricardo Camacho), lançando o single "Glória" em 1983, uma canção com letra de Miguel Esteves Cardoso, que apesar de ter tido elogios por parte dos críticos, passou um pouco despercebida ao grande público.

Em 1984 sai o primeiro disco, "A um Deus desconhecido", que se torna um dos mais importantes para a história da música nacional. A banda sofre as primeiras mudanças, com a saída de Susana e a entrada de Ricardo Camacho, que fica encarregue dos teclados. Isto porque Rodrigo Leão começava então o projecto dos Madredeus, e nem sempre tinha o tempo necessário para o grupo.


É em 1987 que a banda começa a ter maior sucesso, muito por culpa do single Sete Mares, um dos temas principais do álbum Mar D'Outubro, que chegou a atingir o galardão disco de prata. O grupo começa então a aparecer mais na rádio e na televisão, percorrendo também o país com os seus concertos.

Um novo disco, "De um tempo ausente", sai em 1989, com colaborações de artistas como Flak, Luís Represas, Pedro Ayres Magalhães ou Teresa Salgueiro, o álbum torna-se um sucesso de vendas, com os singles "Porto Santo" e "Por quem não esqueci" a serem tocadas regularmente nas rádios e a tornarem-se marcos da música nacional.

Os Sétima Legião começavam a ser um nome habitual para os fãs de música portuguesa, e a aparecerem em grandes eventos como Portugal ao Vivo ou Filhos da Madrugada. para além de terem concertos que acabaram por se tornar míticos, como uma actuação que tiveram no Pavilhão Carlos Lopes.

A banda vai perdendo algum fôlego nos anos 90, com os discos de 1992 e 1992 ("o Fogo" e "o auto da fé") a não terem grande sucesso nem muita aceitação por parte do público. A meio da década Rodrigo Leão acaba mesmo por sair, sendo substituído por Lúcio Vieira, e decide arriscar no álbum seguinte, "Sexto sentido", entrando por um estilo mais electrónico que acabou por afastar os fãs do grupo, apesar de ter recebido boas críticas.

No Século XXI acabam por editar só colectâneas de best of, reunindo-se em 2012 para uma série de concertos, mostrando que ainda são um nome importante na música em Portugal. Quem era fã?