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quinta-feira, 13 de setembro de 2018

... do jogo Lemmings

quinta-feira, setembro 13, 2018 0
... do jogo Lemmings

Foi um dos jogos mais populares dos anos 90, e um dos mais vendidos de todos os tempos. Lemmings saiu para quase todas as plataformas, conquistando tudo e todos, e originando uma série de sequelas, remakes e spin offs.

Lemmings foi desenvolvido pela DMA designs para o Amiga em 1991, partindo de uma ideia de Mike Dailly, que tinha desenhado um Lemingue antropomórfico no Deluxe Paint. Juntamente com David Jones, criou então um jogo de plataforma, que era também um puzzle, com pequenos bichinhos simpáticos que fizeram com que todos se viciassem nisto.

Basicamente tínhamos que levar os Lemmings até à saída do nível, usando para isso as funções de cada um deles. Tínhamos uns que cavavam no chão, os que destruíam obstáculos com lança chamas ou ainda uns que escalavam tudo que lhes aparecesse. Andavam sempre atrás uns dos outros, e isso fazia com que tivéssemos que ser rápidos na jogada, senão caíam todos de um penhasco, por exemplo.

O sucesso foi imediato, e começou então a ser produzido para outras máquinas, desde os pc's às consolas, como NES, Mega Drive ou mesmo PSP, anos mais tarde. Vendeu mais de 20 Milhões de cópias, e teve das maiores pontuações de sempre, em diversas revistas da especialidade.















quarta-feira, 21 de março de 2018

... de Jogar ao Elástico

quarta-feira, março 21, 2018 0
... de Jogar ao Elástico

Uma das brincadeiras mais populares entre as meninas na década de 80, bastava um elástico de roupa, um grupo de jogadores e uma boa coordenação motora.

Para jogar isto era necessário pelo menos 3 jogadores, mas quantos mais aparecessem, melhor. Pedia-se um daqueles elásticos de roupa a um qualquer familiar, ou numa retrosaria, e depois era começar a jogar.

2 crianças punham-se frente a frente, com o elástico nos tornozelos e abrindo um pouco as pernas, formando um rectângulo de uns 2 metros. Depois o outro jogador ia saltando pelo meio, entrando e saindo, obedecendo a uma certa coreografia que era animada muitas vezes com uma cantilena como:

"Mete e vai ao meio e sai pra fora... e mete (Palmas)... e tira(Palmas)... e mete, vai ao meio e sai pra fora..."

Também existiam outras, que envolviam 1,2,3, dias da semana, Branca de neve e afins, mas como era algo mais para meninas, não me recordo de tudo. Sei que por vezes o elástico ia subindo pelas pernas, para o outro saltar cada vez mais alto, e dificultar a coisa.

Quem jogou a isto?












terça-feira, 29 de agosto de 2017

... do Jogo de Basquetebol da Tecnobrinque

terça-feira, agosto 29, 2017 0
... do Jogo de Basquetebol da Tecnobrinque

Tive um igual a este. da colecção pessoal da Ana Trindade, e lembro-me bem de passar horas com o meu vizinho, a fazermos uma barulheira descomunal a brincar com isto. Era mais um daqueles jogos, em que o barulho que o jogo fazia era igual, ou superior, ao que nós fazíamos a brincar com aquilo.

Era mais um jogo para jogar a dois em cima de uma mesa ou no chão, um jogo com botões e em que o "campo" era envolto numa redoma transparente de plástico, para evitar que a bola saltasse para longe. O conceito não podia ser mais simples, a bola encontrava-se num buraco no campo e com os botões tínhamos que ir carregando freneticamente, com muito barulho à mistura obviamente, para que ela fosse andando de buraco em buraco e tentarmos encestar no cesto adversário.

A Tecnobrinque era sediada na Marinha Grande, especializava-se em brinquedos didácticos e técnicos, e os dois jogos de redoma (o outro era de futebol), foram alguns dos seus campeões de vendas. Saudades deste tipo de jogos, que eram de fabrico Nacional e que entusiasmavam tudo e todos, como se fosse algo de nível internacional ou com um grande marketing por trás.


Primeira imagem da colecção pessoal de Ana Trindade, e a segunda do Mistério Juvenil.












terça-feira, 22 de agosto de 2017

... do jogo do Keims (ou Kemps)

terça-feira, agosto 22, 2017 0
... do jogo do Keims (ou Kemps)

Um clássico do liceu, nos anos 90 ainda era comum juntarem-se uns quantos colegas a jogar isto no bar da escola, ou cá fora no "recreio", 2 equipas de 2 jogadores cada bastava para uns momentos bem divertidos.

O jogo do Keips, que muitos chamam Keims, era bastante popular no liceu. O jogo do Keim(p)s é jogado com 2 equipas de 2 jogadores (4 jogadores).


Objectivo: conseguir um grupo de 4 cartas do mesmo valor antes da outra equipa, e dizer "KEIMS".

1 - A cada jogador são dadas 4 cartas.
2 - Sao colocadas 4 cartas (do monte) viradas pra cima sobre a mesa.
3 - Conta-se até 3 e cada um pega na carta que quer, e tem de colocar depois uma carta na mesa para substituir a que tirou. Só pode ficar com quatro cartas na mão. Pode apanhar uma carta que outro jogador coloca sobre a mesa.
4 - Quando já mais ninguém quiser uma das 4 cartas que estão sobre a mesa,essas são separadas, e já não voltam ao jogo.
5 - São viradas mais quatro cartas do monte e o jogo contiunua assim até alguém ter 4 cartas do mesmo valor e de naipes diferentes.
6 - Tem de fazer um sinal ao parceiro de equipa para que este diga "Keims!". Deve fazer os possíveis para os oponentes não verem o sinal. Se o outro jogador da mesma equipa o disser antes dos adversarios darem o corte, ganham o jogo.
7 - Se um jogador desconfiar que a outra equipa já tem 4 cartas iguais pode dizer Corte Keims. Se acertar ganha o jogo, se falhar, perde.















quinta-feira, 9 de março de 2017

... do Jogo do Loto

quinta-feira, março 09, 2017 0
... do Jogo do Loto

Nos anos 80, era comum recebermos jogos tabuleiro amiúde, e jogávamos todos eles de forma regular com os nossos vizinhos e amigos, por mais apelativo, ou não, que isso fosse. O jogo do Loto tinha um aspecto antiquado, mas mesmo assim houve muita malta nova a jogar isto.

Apesar de terem existido diversas marcas, o Loto da Majora era o mais popular, sendo um dos produtos mais vendidos desta empresa. Existiram diversas caixas, mas todas consistiam no mesmo, folhas de conferência, 24 (ou 36) cartões com números aleatórios, um saco onde guardar os números e cerca de 90 números gravados em madeira (ou plástico a dada altura).

Depois cada jogador ficava com 3 cartões, podendo comprar mais, e alguém ia tirando os números do saco e dizendo o que saía em voz alta. e quando alguém tinha esse número no cartão ia apontando e tentando fazer a linha de 5 números que tinha. Seguem as regras conforme estavam no excelente blog amojogos


As memórias que tenho, é de jogar isto com familiares mais velhos, mais do que com pessoal da minha idade, mas isso também aconteceu. Quem jogava isto?











terça-feira, 4 de outubro de 2016

... do jogo da Batalha Naval

terça-feira, outubro 04, 2016 0
... do jogo da Batalha Naval

Era um dos meus jogos preferidos, talvez por ser uma das melhores coisas para se fazer numa aula de matemática, os cadernos com folhas quadriculadas eram a ferramenta ideal para se fazer uma jogatana de Batalha Naval.

As regras e os elementos que compunham o jogo eram simples, fazia-se duas grelha de 10x10 (uma de ataque e uma de defesa), identificando a linha superior com letras, enquanto que na lateral seriam números a serem usados. Depois distribuía-se pequenos quadrados que seriam como  Navios, e que o jogador adversário teria que tentar acertar com palpites do género "b-7" que podiam receber como resposta "água" "navio em questão" e o malfadado "afundaste".

Tínhamos direito a quatro navios só com 1 quadrado (vulgo submarino), três navios de 2 quadrados, dois de 3 quadrados, um de 4 quadrados e um porta aviões, com 5 quadrados a perfazerem um T. Haviam variantes em relação ao número de navios usados, mas esta era a mais comum. No Brasil faziam-se 2 grelhas 15x15 com mais navios por lá.

Os "navios" não podiam estar pegados, se bem que não evitava que batoteiros (como eu) fossem mudando alguns de lugar enquanto era humanamente possível. Os submarinos eram ideais para isso.
Era jogado por 2 pessoas e demorava ainda algum tempo. O "tabuleiro" era feito por nós, ou então usava-se cartões como o da imagem que eram dados em ocasiões como as eleições na escola por exemplo. Havia alguns que tinham um jogo em casa, onde se colocava pequenos barcos nuns aros com buracos. Tenho boas recordações deste jogo que era bem divertido e que até obrigava a alguma estratégia.










domingo, 24 de janeiro de 2016

...do Jogo do Stop

domingo, janeiro 24, 2016 0
...do Jogo do Stop

Um dos maiores clássicos na diversão infantil da década de 80, o jogo do Stop entreteve diversas gerações de crianças, quer em Portugal, quer no Brasil, bastando para isso um pouco de papel, uma caneta e um grupo de amigos. Depois de sabermos a letra em questão, tínhamos que escrever rapidamente a palavra começada por essa letra na categoria respectiva, até que alguém acabasse e gritasse STOP.

Normalmente jogado por um grupo de 4/5 pessoas, era o ideal para os intervalos/horas de recreio em que estava a chover bastante, ou até quando estávamos por casa e sem muito o que fazer. O jogo do Stop consistia em criarmos categorias numa folha de papel, folha essa onde colocaríamos depois a palavra que começasse pela letra que um jogador tinha dado previamente. A palavra STOP era usada em 2 ocasiões, sendo a primeira quando se pedia a um jogador que começasse a pensar no Alfabeto e quando outro gritasse Stop, ele daria a letra onde ia e todos começariam então a escrever sem parar.

A outra altura era quando alguém terminava de escrever em todas as categorias, obrigando assim os outros a pararem e assim a perderem pontos por cada categoria que não tivessem feito. Quem tinha conseguido escrever, teria pontos extra. A batota acontecia habitualmente nesta brincadeira, havia sempre um "estava a acabar de escrever" ou aquele que escrevia enquanto se via as outras categorias. Também havia discussões quando não se conhecia a palavra que alguém tinha escrito e se contestava a mesma. Lembro-me de sofrer quando colocava "Marta" nos Animais e muitos não conheciam o mesmo. Os pontos eram 5 por cada palavra repetida por outro jogador, 10 por "original" e 20 quando alguém não tinha feito.

Pelo que me lembro as categorias eram as seguintes:
Países, Animais, Nomes, Cores, Flores, Objectos e Profissões. Lembro-me de existirem variantes, mas estas são as categorias base.
















domingo, 1 de novembro de 2015

... do Duke Nukem

domingo, novembro 01, 2015 0
... do Duke Nukem

Uma das maiores personagens dos jogos de PC dos anos 90, Duke Nukem ganhou o seu espaço num mundo que começava a ser dominado por videojogos para consolas e abriu portas a um novo género de jogo.

O primeiro Duke Nukem saiu em 1991, criado pela 3D realms para o sistema MS-DOS, num jogo 2d que se tornou muito popular e um dos jogos de PC que melhor combateu a popularidade das consolas e seus jogos. A sequela de 93 continuou a ter sucesso, com uma melhoria significativa nos gráficos, melhoria que continuou na versão de 1996, Duke Nukem 3D que saiu também para as consolas e fez com que a personagem atingisse um novo público.

Foi um dos primeiros First Person Shooter, e foi planeada uma nova versão em 1997 que ficou presa em detalhes e acabou por sair só em 2011. A popularidade da personagem fez com que chegasse a ser planeada uma versão em cinema, mas nunca chegou a sair nada.




















sexta-feira, 21 de agosto de 2015

... do Crash Bandicoot

sexta-feira, agosto 21, 2015 0
... do Crash Bandicoot

A personagem principal deste jogo foi como que a mascote não oficial da PS one, devido ao sucesso e carisma do mesmo. Crash Bandicoot era um jogo de plataforma que originou diversas sequelas, algumas delas fora do género de plataforma e todas com relativo sucesso.

Crash Bandicoot foi uma criação dos estúdios Naughty Dog para a Sony Playstation, saindo em 1996 e tornando-se um sucesso de vendas e uma espécie de símbolo para a consola. devido a ser um dos jogos originais mais criativos da Playstation um.

A história do jogo mostra as aventuras de um bandicoot geneticamente alterado chamado Crash, que luta para impedir os planos do cientista do mal Neo Córtex. Isto tudo se passa nas fictícias Ilhas N. Sanity, um arquipélago situado na costa noroeste da Austrália, apesar de podermos andar por outros lugares do continente.

Nos diversos níveis há o que se chama de "frutas Wumpa" (que parece uma mistura de maçã, pêssego e manga), e apanhando 100, ganhamos mais uma vida. Pelo caminho há caixas a serem quebradas, que podem ter frutas Wumpa, vidas ou a máscara Aku Aku. Essa máscara impede que Crash morra quando for atacado por um inimigo, e se pegar três, ganhará invencibilidade temporária (a não ser a quedas), e se Crash for atingido por algum inimigo quando não estiver com a máscara, ele morrerá de uma maneira cômica.

Existem também caixas de dinamite e de nitro. A primeira somente poderá ser quebrada pulando em cima e esperar três segundos para que expluda. Já originou 18 jogos diferentes, tendo sempre um título nas diferentes consolas da Sony.











terça-feira, 14 de julho de 2015

... do Command and Conquer

terça-feira, julho 14, 2015 0
... do Command and Conquer

Um dos jogos de computador que marcou a década de 90, originando uma franquia de sucesso e viciando muitos de nós neste título de estratégia em tempo real. Command & Conquer colocava duas facções super poderosas frente a frente, em combates que visavam controlar uma substância chamada Tiberium.

O estúdio Westwood desenvolveu o título Command & Conquer no começo da década de 90, depois de ter estado envolvido no Dune II e aproveitando o clima de guerra que havia com a Guerra do Golfo ainda na memória de todos. Lançado pela Virgin em 1995, o estilo moderno de estratégia em tempo real, começou a conquistar o público, especialmente por causa das cenas de vídeo que era algo que dava um ar mais realista à coisa e nos envolvia em todo aquele argumento.

Vendeu mais de três Milhões de cópias e ganhou inúmeros prémios, originando várias sequelas e o tornando numa franquia de sucesso. Saíram versões para DOS, Windows, Saturn, Playstation e Nintendo 64, Lembro-me de todos que tinham PC na altura ansiavam por ter este jogo, e falava-se no liceu das coisas que se podia fazer nele.

Tínhamos duas facções, podendo escolher ser um comandante da GDI (no cenário de guerra europeu) ou do grupo Brotherhood of Nod (em África). Lutava-se por causa dos cristais de Tiberium, que viajavam com o meteorito que caiu junto do rio Tibre, na Itália. Essas partículas sobreviveram ao impacto e começaram-se a reproduzir rapidamente, absorvendo os minerais da terra e dos seres vivos.



Em pouco tempo, grande parte da superfície terrestre está coberta pelos cristais. Descobriu-se que as substâncias presentes nos cristais são de elevado valor, pelo que a mineração dos mesmos se tornou uma importante atividade econômica.

Um grupo terrorista, The Brotherhood of Nod, liderado por Kane, começa a minerar os cristais de Tiberium em grande quantidade, para financiar as suas atividades terroristas, comprar armas e subornar governos. Em pouco tempo, o poder económico do grupo é tal, que este é declarado como uma das grandes potências mundiais, controlando vastas áreas e possuindo grande quantidade de armamento. Pouco depois, o grupo começa a invadir vários países um pouco por todo o globo, criando uma guerra à escala mundial. Um braço armado das Nações Unidas, a Global Defence Initiative (GDI), entra em acção, começando a combater as forças do grupo terrorista.

Para cumprir as missões, o jogador tem à sua disposição vários meios. O jogador pode construir edifícios de campanha, treinar infantaria e construir veículos, desde jipes a tanques, passando por unidades aéreas, cada um com a sua função específica. Por exemplo, as barracks (Casernas) permitem treinar infantaria, os humvees, devido á sua velocidade, são ótimas unidades de exploração, e os Chinooks são helicópteros de transporte.

Quem mais se viciou com este jogo?












domingo, 17 de maio de 2015

... do James Pond

domingo, maio 17, 2015 0
... do James Pond

Por vezes apareciam alguns jogos engraçados, com um conceito bem divertido, que serviam como paródia a algo bem conhecido e o James Pond ganhou com mérito um lugar nessa lista. Uma versão bem divertida de James Bond que fez algum sucesso quer no Amiga quer no Mega Drive.

James Pond foi desenvolvido por Vectordean Ltd e Millennium Interactive, sendo distribuído pela Millenium e a Electronic Arts para o Amiga, Atari e Mega Drive. Teve direito a uma revista de banda desenhada e duas sequelas, uma delas com algum sucesso na Playstation.

O jogo consistia em puzzles e descobrirmos peças que ajudavam na passagem de nível, enquanto encarnávamos o agente secreto James Pond, um peixe antropomórfico que era contratado pelos serviços secretos Britânicos para impedir os planos maléficos do Doctor Maybe, que tentava destruir e poluir o oceano.

Todos estes pequenos pormenores faziam lembrar os filmes de James Bond, até os nomes dos níveis como License to Bubble (License to kill), View to a Spill (View to a kill), Leak and Let Die (Live and let die) e From Three Mile with Love (From Russia with love).

As sequelas não tiveram o mesmo sucesso e carisma do original, mas ficou uma personagem conhecida dos videojgos e o primeiro jogo foi alvo de excelentes críticas e notas por parte da imprensa especializada.











domingo, 12 de abril de 2015

... do Pipe Mania (ou Pipe Dream)

domingo, abril 12, 2015 0
... do Pipe Mania (ou Pipe Dream)



Hoje recordo mais um daqueles jogos tão simples no conceito mas que tantas horas de diversão nos davam, Pipe mania (ou Pipe Dream) consistia simplesmente em criarmos uma ligação de canos de uma ponta à outra, mas o que é certo é que nos divertíamos muito com isso.

Pipe Mania foi desenvolvido em 1989, no seu começo era simplesmente para o Amiga, mas a Lucasfilm deu uma mãozinha e rapidamente o jogo começou a ser exportado para as mais diversas plataformas. Foi-lhe dado o nome Pipe Dream e o este começou a cativar tudo e todos que adoravam dar uma de canalizador e conseguir ligar uma ponta à outra,

Game Boy, Playstation 2 ou mesmo para o computador, foram vários os sistemas que receberam este jogo. A Microsoft chegou a instalar num sistema de entretenimento que tinha nos anos 90, fazendo o jogo ficar assim mais conhecido por todos aqueles que operassem uma máquina com Windows. Jovens e menos jovens gostavam do conceito e do aspecto simples do jogo, apesar da sua dificuldade, fazendo com que ainda hoje existam variações deste jogo por aí.

Temos um tempo limite e vão aparecendo partes de canos que temos que ir colocando de forma a que o líquido passe de uma ponta para a outra, e nem sempre isso é muito prático. Mas na altura era muito divertido e puxava pela pessoa, chegou a ser feito um arcade para capitalizar esse sucesso e como é lógico também foi bem sucedido.

















sábado, 17 de janeiro de 2015

... do Battle Chess

sábado, janeiro 17, 2015 0
... do Battle Chess

O Xadrez sempre foi um jogo bastante popular, e por isso é normal que tenham existido várias versões deste clássico de estratégia para o computador, sendo que uma das mais populares foi o Battle Chess. O facto de ir além do simples movimentar de peças no tabuleiro ajudou a isso de certeza, com umas batalhas bastante interessantes de se ver.

Battle Chess foi lançado para o Amiga em 1988, sendo desenvolvido pela Interplay e saíram consequentes versões para computadores pessoais como Commodore 64 ou os PC's "normais" como os conhecemos. Em 1991 saiu uma versão aprimorada para PC com gráficos melhorados e uma animação de batalhas mais fluída, para alem disso trazia uma banda sonora que dava outro impacto a tudo aquilo que víamos no nosso monitor.

O jogo teve grande sucesso desde a sua primeira versão para Amiga, e isto porque todos elogiaram as animação (cómicas mas bastante à frente para a altura e gráficos que tínhamos) para além de uma boa inteligência artificial. Existiam cerca de 35 batalhas, algumas até ansiávamos para ver e era sempre interessante quando víamos uma pela primeira vez. Confesso que adorava as das Torres quando se transformavam num monstro gigante, e esmagavam com um murro o peão à sua frente.

O êxito e impacto deste título pode ser também atribuído às homenagens a filmes conhecidos, como o facto da batalha entre Cavalos ser uma referência a um filme de Monty Phyton e a do Rei contra Bispo ser uma homenagem à luta rápida entre Indiana Jones e o espadachim do primeiro filme. Quem não queria ver as animações, em 3D obviamente, podia jogar uma partida normal em 2D, sendo que a variante para os outros jogos seria só a animação das peças e cores usadas.












sexta-feira, 12 de dezembro de 2014

... do SkiFree

sexta-feira, dezembro 12, 2014 0
... do SkiFree


SkiFree era um jogo básico que podíamos usar nos Windows no começo dos anos 90, basicamente era esquiar por uma colina abaixo e evitar os diversos obstáculos que nos apareciam.

O jogo foi criado por Chris Pirih, que trabalhava como programador na Microsoft e tinha idealizado isto para sua própria diversão. Quando foi apanhado por um responsável a jogar isto no trabalho, em vez de ser despedido foi convidado a aceitar que uma versão do SkiFree fosse adicionada nos packs de entretenimento do Windows.

Estávamos em 1991, e muitos de nós jogámos com esta versão apesar de não ser um jogo muito interessante. Podíamos descer pela colina livremente ou então escolher outros modos de jogo, onde tínhamos que evitar obstáculos ou fazer habilidades. Árvores, pedras e bandeirinhas acompanhavam o nosso percurso, assim como um monstro, uma espécie de Abominável homem das Neves que aparecia depois de terminarmos ou quando ultrapassávamos uma certa marca.

Chegou a sair uma versão disto para o Game boy, provando que apesar de tudo tinha se tornado muito popular. E por essa Internet fora há várias versões que se podem jogar e assim matar saudades dele.










segunda-feira, 17 de novembro de 2014

... do Brick Game

segunda-feira, novembro 17, 2014 0
... do Brick Game


Numa altura que ainda não existia muito entretenimento portátil, tudo o que aparecia virava moda e o Brick Game foi uma das mais intensas dos anos 90. Uma pequena máquina de jogos a preto e branco, principalmente o Tetris, que agradava a miúdos e graúdos.

Nos anos 80 começaram a aparecer em Portugal umas pequenas consolas portáteis, traziam só um jogo e tão depressa iam de um guarda-redes a defender remates vindos do nada, a um tanque a disparar sobre naves (como foi o primeiro que tive). Eram portanto aparelhos que interessavam mais às crianças ou pré adolescentes, sendo fáceis de encontrar nas praças e em algumas lojas que vendiam de tudo um pouco.

Pelos Estados Unidos, uma empresa começou a produzir um aparelho que agradasse a todos os públicos, saindo no final dos anos 80 o primeiro modelo chamado de Apollo e que vinha somente com o Tetris. Rapidamente evoluiu para o Brick Game, nome pelo qual ficou conhecido e foi comercializado no Brasil e em Portugal, sendo um dos produtos mais procurados e comprados no começo da década de 90.

Maior parte vinha com a designação de ter mais que um jogo, podia ser só 2 em 1 ou 1800 em 1, mas a verdade, é que eram muitas vezes apenas níveis diferentes do Tetris, com mais dificuldades ou peças diferentes, mas seguindo o mesmo conceito. Na verdade existiam versões que traziam alguns jogos populares como Arkanoid, jogo da Cobra (sim esse mesmo), Space Invaders e outros do género. Mas sem sombra de dúvidas que tudo ficava satisfeito somente com o Tetris, era comum ver pessoas mais velhas a jogar isto em locais públicos, como autocarros ou serviços públicos. Era algo ideal para uma viagem longa e nos distrair um pouco. Existiam várias cores, mas o cinzento e o preto eram as que mais se viam nas mãos das pessoas.

Quem teve um?








quarta-feira, 5 de novembro de 2014

... do Jogo Asteroids

quarta-feira, novembro 05, 2014 0
... do Jogo Asteroids



Hoje falo de um daqueles que é considerado um dos melhores jogos Arcade de todos os tempos, o Asteroids. Uma nave básica à deriva no espaço tentando evitar uma chuva de asteróides era um conceito simples mas ao mesmo tempo alucinante e viciante, sem sombra de dúvida um dos mais divertidos das máquinas arcade.


A Atari desenvolveu o jogo em 1979, lançando nas salas de jogos uma máquina desenvolvida por Lyle Rains e Ed Logg. Nela controlamos uma nave espacial à deriva no espaço (um simples triângulo) que se vê no meio de uma chuva de asteróides e tem que os evitar e disparar e destruir todos os fragmentos. Basta ser atingido por um e perdemos o jogo. Por vezes aparecem discos voadores que temos que eliminar também para sermos vitoriosos.

Usando gráficos vectoriais e uma jogabilidade acima da média, foi aplaudido quer pela crítica que pelo público que rapidamente se viciou nisto e tornou uma das máquinas mais populares nas salas arcade. Vendeu mais de 70 Mil máquinas no seu auge, o que também originou alguns jogos baseados neste conceito e inundando assim o mercado.

Simples mas viciante, ainda hoje é recordado por muitos e jogado nos emuladores que se encontram por esta internet fora. Quem jogou isto?






segunda-feira, 27 de outubro de 2014

... do Street Fighter II

segunda-feira, outubro 27, 2014 0
... do Street Fighter II


Um dos meus títulos preferidos no Mega Drive, Street Fighter II foi dos poucos jogos de luta que me fazia jogar vezes sem conta. Um dos maiores sucessos da Capcom (até hoje é o que vendeu mais), conheceu inúmeras sequelas e até um filme de imagem real, e é considerado um dos melhores jogos de todos os tempos.

Street Fighter II saiu em 1991, produzido pela Capcom era a sequela do seu título de sucesso lançado em 1987, mas esta versão veio a ser muito mais popular do que a original e foi mesmo considerado um marco na história dos videojogos. Foi o responsável pelo reavivar das salas de máquinas Arcade nos anos 90, a sua máquina era das mais procuradas pelos jogadores e por isso quando saiu para as consolas de casa, tornou-se um dos jogos mais vendidos de sempre. Em 1995 estimava-se que os lucros entre as vendas dos cartuchos e as máquinas de Arcade ascendiam aos 2.3 Biliões de Dólares, provando a força desta franquia que provocou um boom em jogos de luta que começaram a aparecer nas diversas consolas de casa.

Mais de 25 Milhões de Americanos jogaram isto em casa ou nas salas de arcade, com muitos outros por todo o mundo a renderem-se a este grupo de lutadores de diversas nacionalidades que tentavam salvar o mundo dos planos malignos do vilão Bison. O conceito do jogo original mantinha-se, entrávamos em combates um contra um num ambiente fechado e numa melhor de três, tentando drenar a energia toda do nosso oponente com os nossos golpes. Em caso de empates fazia-se mais algumas rondas, e após cada três combates faziam-se uns mini jogos como destruir um automóvel ou uns barris.

A maior diferença deste jogo para outros (e a versão original) era de que podíamos escolher vários jogadores, cada um com a sua forma de lutar e golpes especiais, e esses golpes requeriam uma combinação de teclas no comando ou joystick que puxava pela habilidade do jogador.

No Mega Drive chegou-se a vender um comando de 6 botões para capitalizar esse aspecto do Street Fighter, o jogo teve a particularidade de ter mais do que uma versão para permitir a nós jogadores podermos escolher os maus que na primeira versão eram apenas os "boss" do jogo. Na Super Nintendo tornou-se um dos títulos mais importantes e em cada versão caprichava-se em capas estilosas para apelar aos coleccionadores.

Ryu e Ken mantinham-se como no primeiro Street Fighter, com os mesmos golpes e muito semelhantes, sendo só a diferença de um ser louro e outro moreno. Mas tínhamos mais oito jogadores por onde escolher (e na versão Champions mais os 4 vilões do videojogo).


Ryu era o Japonês vencedor do primeiro torneio (derrotando Sagat) e chama o seu companheiro Americano Ken para participar neste novo campeonato. Outro Americano era o membro das forças armadas Guile, que procurava derrotar o homem que havia matado o seu melhor amigo, uma razão semelhante à de Chun-Li, uma lutadora de artes marciais Chinesa que procurava vingar a morte do seu pai.

Zangief da Rússia e E.Honda do Japão entraram apenas para provar a superioridade do seu País e da sua forma de lutar, já Blanka era um pobre desgraçado Homem Besta do Brasil e Dhalsim era um mestre Yoga que procurava angariar dinheiro para a sua aldeia pobre na Índia. Na versão Champions (a que joguei) podíamos ainda escolher os 4 vilões, o lutador de boxe Balrog (um dos meus favoritos), o Espanhol Vega que era especializado no combate na jaula e fazia lembrar um pouco o Wolverine com a sua luva com garras, o vilão principal do primeiro Street Fighter Sagat, que tinha uma enorme cicatriz na cara depois da sua derrota contra Ryu e o vilão principal desta versão, M.Bison que utilizava uma espécie de poder mental.

Houve algumas diferenças de nomes entre a versão Japonesa e a Americana para evitar problemas de direitos de autores, em especial com Balrog que era copiado do conhecido lutador Mike Tyson e na versão Japonesa chamava-se Mike Bison. Esta segunda versão veio ter muito mais sucesso nos Estados Unidos do que a versão original, todos sabiam os golpes Hadouken ou Shoryuken e vibravam ao efectuá-los.

Recebeu 10/10 em muitas publicações, é até hoje considerado o jogo mais importante de luta e um que revolucionou o mercado. Pormenores como o da música, a cor nos cenários, os golpes especiais dos lutadores e até o de uma mulher lutadora como protagonista fizeram dele um grande título e um que era especialmente divertido de jogar entre amigos. Teve um filme no cinema e ainda hoje é referenciado em séries ou até mesmo séries de animação, tal o impacto que teve nos media e no público em geral.

Quem mais jogou isto? Não tive o jogo, mas um amigo meu tinha e emprestava-me vezes sem conta. Ele era tão viciado nele que o completava facilmente e tinha a sua Mega Drive cheia de autocolantes de Street Fighter.














quarta-feira, 1 de outubro de 2014

... do jogo Metroid

quarta-feira, outubro 01, 2014 0
... do jogo Metroid



É considerado um dos melhores jogos criados para consolas da Nintendo, um clássico de ficção científica que foi um sucesso no NES e originou várias sequelas. Metroid aproveitou bem a febre, que ainda existia nos anos 80, por tudo o que se relacionasse com o espaço e tornou-se um dos títulos favoritos da consola.

Metroid saiu em 1986 para o NES, um jogo de acção que misturava primeira pessoa com jogo de plataforma, tinha o estilo de aventura do Super Mário com a necessidade de exploração do Zelda, sendo uma aposta muito forte da Nintendo. O jogador controla apenas Samus Aran, e pouco ou mais aparece no jogo para interagir ou termos contacto, mostrando-nos um ambiente escuro numa perspectiva de primeira pessoa pouco usual na altura.

Outra novidade do título era o de poder explorar o ambiente tanto andando para a esquerda como para a direita, de forma a podermos explorar melhor tudo ao nosso redor e apanharmos alguns itens que nos davam coisas extras. Samus explorava as cavernas do planeta Zebes de modo a impedir que os piratas espaciais explorassem os organismos parasitas conhecidos como Metroids, e os usassem para conquistar o universo.

O aspecto visual do herói era bastante agradável, com uma armadura imponente que nos deixava entusiasmados por controlar alguém assim e partirmos para a acção. Tornou-se um clássico da companhia, e já são 11 as sequelas lançadas, umas com mais sucesso que outras e que saíram para todas as consolas que já existiram na Nintendo. O final tornou-se um clássico já que podíamos ver o herói desmascarado, fora da armadura, acabando com o mistério que existia desde o começo.

Alguém jogou?











segunda-feira, 22 de setembro de 2014

... do Midtown Madness

segunda-feira, setembro 22, 2014 0
... do Midtown Madness

Midtown Madness foi um dos jogos de PC mais populares do final de Século, um sucesso da Microsoft que continuou a ser mais tarde nas consolas, quando foi lançado para a X-Box. Condução pela simples diversão, era o conceito básico do jogo e que funcionou na perfeição.

A Microsoft recorria por vezes a estúdios para lançar jogos no seu sistema operativo, neste caso foram os Angel Studio (agora Rockstar San Diego) para criarem este jogo, o Midtown Madness. Parecia mais um jogo de carros, mas em vez de nos limitar a simples pistas (como os outros jogos de condução), este oferecia-nos toda a cidade de Chicago para nos divertirmos a conduzirmos o veículo de uma forma livre e despreocupada.

Sim, leram bem, se quiséssemos podíamos apenas conduzir o carro pela cidade e nos divertirmos com isso, podíamos escolher um carro simples, um autocarro, um mais desportivo, enfim aquilo que nos desse na gana. Lógico que só isso não garante um jogo, então havia também modos como um por tempo, em que tínhamos que chegar ao outro ponto da cidade em x tempo. Outro modo acrescentava outros carros e peões para nos atrapalhar o caminho, e tínhamos que ir a certos checkpoints para ir avançando.


A demo do jogo saiu a 1 de Maio de 1999 e foi desde logo um sucesso, a probabilidade de conduzir livremente por uma cidade conquistou quer os fãs de jogos de condução quer o simples utilizador de computador que não costuma jogar. Na primeira versão existiam apenas 3 veículos, um Mustang, um Roadster e um autocarro, mas isso não atrapalhava a emoção que se sentia a jogar algo que não nos obrigava a estar num circuito fechado.

Podíamos ir descobrir tudo numa cidade, inclusive os atalhos que nos podiam dar depois jeito quando fossemos para o desafio por tempo. A diversão era o ponto fulcral do jogo, mesmo que para isso se sacrificasse a "realidade". A crítica elogiava isso mesmo, dizendo que era refrescante conduzir apenas para nos divertirmos e partirmos coisas, algo que outros jogos nem sempre possibilitavam ou impunham muitas regras.

Existiram várias sequelas e o jogo tornou-se um clássico na consola da empresa, a X-box. Dos poucos jogos de carros que me divertiu este, talvez pela liberdade toda que me dava e de não se preocupar muito com a condução que eu efectuava.








quarta-feira, 17 de setembro de 2014

... de jogar à Macaca ou Jogar à Amarelinha

quarta-feira, setembro 17, 2014 0
... de jogar à Macaca ou Jogar à Amarelinha


Recordar mais um jogo tradicional, uma daquelas brincadeiras que foi passando de geração em geração apesar de hoje não ser tão popular como noutros tempos. O jogo da Macaca era daqueles que exigia muita pouca coisa para nos divertirmos, bastava um pouco de giz para desenhar no chão e uma pedra ou algo para lançarmos.

Para jogar à Macaca (ou à Amarelinha no Brasil) são precisas pelo menos duas crianças, podiam ser sempre mais obviamente, depois de desenhar no alcatrão (local preferido para jogar isto) com um pouco de giz, ou mesmo uma telha, uma série de quadrados no estilo apresentado na figura acima do post, vai-se então lançar uma pedra e percorrer o circuito ao pé coxinho sem colocar os dois pés no chão, excepto em algumas ocasiões.

O primeiro jogador lança uma pedra do espaço designado por “Terra”, procurando acertar na primeira casa. Se a pedra tocar na linha ou sair para fora, joga o seguinte jogador. Se acertar, o jogador fará o percurso para a apanhar. Para apanhar a pedra, o jogador deve sair ao pé-coxinho de casa em casa, excepto sobre a que possuiu a pedra. Nas casas 4/5 e 7/8 deve pisar com um pé em cada uma simultaneamente.

Ao chegar ao “Céu” pode descansar. A partida da casa anterior à da pedra, o jogador apanha-a, ao pé-coxinho, e termina o circuito. Se conseguir realizar todo o percurso, volta a lançar a pedra para a casa seguinte. Se falhar, passa a vez ao jogador seguinte e na próxima ronda prosseguirá a partir dessa casa.

Era um daqueles jogos que dava para ambos os sexos, apesar de ser o preferido de muita menina, e é jogado em vários países sendo conhecido por vários nomes. No Brasil por exemplo era chamado de Amarelinha, e também era um sucesso entre a "molecada".

Existiam algumas variantes do jogo, por exemplo cada vez que se realiza todo o percurso de 1 a 8, o jogador atira a pedra, de costas, por cima do ombro. Se acertar numa casa, passa a ser dele e marca-a com o seu nome. Pode descansar nela, com os dois pés e os outros jogadores não podem pisá-la.
O jogo termina quando todas as casas têm proprietário ou é impossível realizar o percurso.

Era comum encontrar vários desenhos desta brincadeira de criança em diversas pracetas do nosso País, ou ruas menos movimentadas. Na escola por vezes jogava-se isto em educação física, já que é algo excelente para treinar a nossa pontaria e equilíbrio, para além de exigir muita habilidade.

Alguém era um craque nisto?