Março 2019 - Ainda sou do tempo

quarta-feira, 27 de março de 2019

... deste brinde da Tulicreme

quarta-feira, março 27, 2019 1
... deste brinde da Tulicreme

Lembram-se deste brinde? Um jogo do galo, que consistia num quadrado colorido com 9 buracos, onde se colocava uns pins coloridos e tentávamos depois ser os primeiros a fazer 3 em linha. Este é da Tulicreme, mas tenho ideia de mais marcas terem feito disto.






















terça-feira, 26 de março de 2019

... do Davor Šuker

terça-feira, março 26, 2019 0
... do Davor Šuker

Foi um dos melhores avançados da década de 90, um jogador extraordinário da geração de ouro da Croácia, e que jogou em alguns dos melhores campeonatos europeus.

Davor Šuker nasceu a 1 de Janeiro de 1968, em Osijek, Jugoslávia, começando a dar os primeiros pontapés na bola no clube da sua terra, o Osijek. Em 1989 dá o salto para o Dínamo Zagreb, e o faro apurado para o golo fez com continuasse a dar nas vistas, marcando 34 golos em 60 jogos, tendo começado a ser convocado para a selecção da Jugoslávia. Apesar da sua altura, Šuker era muito talentoso tecnicamente, e não foi de estranhar a sua contratação pelo Sevilha, indo assim para um dos campeonatos mais fortes da Europa.

Estreou-se em Espanha em 1991, e na sua terceira temporada estava já entre os melhores marcadores do campeonato, com 24 golos e ficando só atrás de Romário. Marcou 76 golos em 153 jogos, e acabou por ser contratado pelo Real Madrid em 1996. A sua veia goleadora explodiu em Madrid, e na primeira temporada marcou 24 golos em 38 jogos, ficando em 3º lugar nos melhores marcadores.

Com Raul e Mijatovic, formou um ataque demolidor, e fez três hat-tricks só numa época, ajudando o clube a vencer a La Liga. No ano seguinte vence a taça intercontinental e a Liga dos Campeões, e pela Croácia faz um brilharete, tendo sido o melhor marcador do mundial de 1998, e foi considerado o segundo melhor jogador do torneio.


Apesar da sua boa forma, e qualidade técnica, perdeu algum espaço na equipe principal e em 1999 decide abandonar o clube espanhol e rumar ao Arsenal de Inglaterra. Saiu de Madrid com 38 golos em 86 jogos, mas em Inglaterra as coisas nem sempre correram bem. Ficou apenas uma temporada nos Guners, com 8 golos em 22 jogos, e rumou para West Ham, onde fez apenas 11 jogos, com 2 golos marcados.

Mudou-se para a Alemanha em 2001, onde jogou no 1860 Munique, clube onde jogou até o seu final de carreira, em 2003. Na selecção foi fantástico, marcando sempre grandes golos, como um frente à Dinamarca no Europeu de 1996, e ajudou a que a Croácia ficasse no 3º lugar no seu primeiro campeonato do mundo, em 1998. Esse ano venceu inúmeros prémios e foi considerado o terceiro melhor jogador do mundo desse ano.

Em Julho de 2012 assume o cargo de presidente da federação do seu país, cargo que ainda exerce. Um jogador fulminante na grande área, marcando sempre golos com alguma elegância.



















segunda-feira, 25 de março de 2019

... da Moeda de 200 Escudos

segunda-feira, março 25, 2019 0
... da Moeda de 200 Escudos

No começo da década de 90 tivemos uma moeda que se veio juntar à de 100 na moda das moedas bi-metálicas, com o valor de 200 Escudos.

Entrou em circulação em 1989, com a esfinge de Garcia da Orta na face da moeda e o valor do outro lado. Era a moeda de maior valor. e ajudava a que não gastássemos tão depressa uma nota de 500 Escudos. Era também bi-metálica em latão níquel e cupro-níquel, com um tom dourado na sua borda, talvez a querer mostrar o quão valiosa era.

Tinha 28 mm e o bordo serrilhado, tendo estado em circulação até 2002, hora que saiu de cena juntamente com todos os outros. Utilizei muito esta moeda, já 
que era muito próxima do valor das revistas de BD, evitando assim que tivesse que andar com muitas moedas, ou gastar uma nota de 500.













sexta-feira, 22 de março de 2019

... dos Iogurtes Ucal

sexta-feira, março 22, 2019 3
... dos Iogurtes Ucal
Nunca fui fã de iogurtes, mas comi muitos na minha infância, e alguns ficaram para sempre na minha memória.

Os iogurtes Ucal chamavam a atenção pelas suas embalagens, existia a cúbica, um pouco maior do que as outras e depois uma que parecia cortada ao meio, para ser de mais fácil transporte. Lembram-se?

Foto de blog Enciclopedia de cromos



Foto da página facebook a primorosa colecão















quarta-feira, 20 de março de 2019

... do jogo World Cup Itália 90

quarta-feira, março 20, 2019 0
... do jogo World Cup Itália 90

Lembro-me de jogar isto pela primeira vez, numa máquina arcade, de um café onde os meus pais me tinham levado depois de jantarmos fora. Mas foi a versão para o Mega Drive que me apaixonou, mesmo com todas as suas falhas.

 O jogo foi lançado em Novembro de 1990, pela Sega e Vitgin, para o Mega Drive, apesar de ter existido também uma versão Arcade, um pouco diferente. Nessa versão, os jogadores eram maiores, e a visão era lateral, mas na Sega, víamos basicamente as cabeças dos jogadores, já que víamos de cima para baixo.

Tínhamos um menu com um mapa mundo, com quase todas as selecções apuradas para o evento, e escolhíamos o país com que queríamos jogar e o modo, se era amigável ou logo o torneio em si. Na escolha de equipe, os nomes eram falsos, e apareciam umas estatísticas, que nos tentavam ajudar a escolher os melhores.

Em algumas selecções, não havia muito para escolher, só tínhamos 4 médios para uma táctica 4-4-2, por exemplo. Tudo muito básico, mas em linha com o que conhecíamos e tínhamos visto até então, e nos gráficos a mesma coisa. O relvado e a baliza até estavam bem feitos, e existia uma animação simples, quando marcávamos golo, que nos deixava entusiasmados (outros tempos).

O som não era grande coisa, mas também o normal para a altura, deixava-nos embrenhados no jogo, e isso era suficiente. Depois vem a jogabilidade, sendo miúdos não podíamos pedir melhor, a  bola colava-se aos pés e pronto, A para rematar, B passes longos e C cortes/passes curtos. No remate aprendíamos que na diagonal era grande a probabilidade de golo, e quando os outros tinham a bola, podíamos fazer carrinhos à vontade, já que não havia árbitros.

O jogo teve algum sucesso, também não havia muita escolha, e começou a perder para os Super Kick off e Sensible Soccer, que ofereciam outras coisas. No entanto a Sega fez vários pacotes da consola com o jogo, e por isso este deve ter sido o primeiro jogo de futebol para muitos.












segunda-feira, 18 de março de 2019

... da Novela A Próxima Vítima

segunda-feira, março 18, 2019 0
... da Novela A Próxima Vítima

A última Novela Brasileira que vi com algum interesse foi esta, A Próxima Vítima.

Foi a Novela das oito da Globo entre 13 de Março e 3 de Novembro de 1995, com 205 capítulos e com a assinatura do grande Sílvio Abreu, foi emitida em Portugal pela SIC em horário nobre. Tornou-se uma das novelas de maior sucesso nos anos 90, o fervor com que a novela foi seguida por cá foi tanto, que chegou a justificar a que fosse escrito um final diferente para o nosso país (e outros que a novela foi depois negociada), sendo diferente daquele que foi transmitido no Brasil.

Lima Duarte, José Wilker, Suzana Vieira Tony Ramos eram alguns dos nomes fortes do elenco, numa trama que apresentava uma série de assassinatos misteriosos, homossexualidade e drogas, numa história intrigante que deixou todos presos e a tentar descobrir quem era o verdadeiro assassino. A única coisa comum entre as várias vítimas, era uma folha de Horóscopo Chinês, que adensava ainda mais o mistério para o telespectador, e para o detective que investigava o caso.


O autor apostou ainda em várias polémicas, de uma forma inteligente e pouco habitual, como no núcleo negro de classe média alta. As relações entre pessoas com idades muito distantes uma da outra causaram também alguma polémica, assim como a vida de pecado da personagem de José Wilker, que era casado por interesse com uma pessoa mais velha que ele, mantinha um caso de anos (com 3 filhos e tudo) com a amante protagonizada por Suzana Vieira e tinha ainda um caso tórrido com a jovem Claudia Ohana.

Aracy Balabanian foi mais uma vez o destaque de um núcleo da novela, o da Mansão Ferreto onde ela encarnava um Don Corleone de saias, que dominava os negócios da sua família e manipulava as pessoas para fazerem o que ela pretendia. Cecil Thiré foi o assassino no Brasil, enquanto que por cá foi a personagem de Otávio Augusto a responsável pelas mortes ao longo da novela. Curiosamente quando as novelas foram repetidas no Brasil e em Portugal, inverteram os finais e ficámos então com o final que tinham dado originalmente, e eles com o de cá.

Não fui completamente fã do final que arranjaram para nós, o forjar da morte e depois suicidar-se, não foi o melhor para acabar com a trama, mas precisava rever de novo para analisar melhor. Confesso que não cheguei a ver o fim do Brasil, mas pareceu-me mais lógico devido ao comportamento da personagem ao longo de toda a história.

Foi daquelas novelas que parou o País, a transmissão do último episódio foi um sucesso de audiências tanto cá como em outros Países, como a Rússia ou a Venezuela, onde chegaram a parar mesmo o País, dando folga para as pessoas poderem ver como acabava e quem era o assassino.






















terça-feira, 12 de março de 2019

... da Clix

terça-feira, março 12, 2019 1
... da Clix

Foi o meu primeiro serviço de internet, ainda usando só a linha telefónica (RDIS), e o cd de acesso, que podíamos encontrar em vários locais do país.

Existiam diversas operadoras a facilitar um cd para podermos aceder à internet, mas simpatizei logo com esta companhia, e foi por isso a que escolhi.  Pertencente ao grupo Sonae, a Clix pertencia à Novis e foi apresentada ao público a 27 de Outubro de1999. O verde era a cor principal da marca, com um logo colorido a destoar e chamar à atenção. O slogan era "Fazer Clix custa Nix", que ficava no ouvido e a ajudou a destacar-se das restantes.

O seu portal era o principal rival do Sapo, e em 2000 a Clix era já líder da internet residencial, e foi sempre pioneira e inovadora nos seus serviços. Em 2002 lança o Clix Turbo, um serviço ADSL, e ofereciam aos clientes a possibilidade de passar os gigas de tráfego não utilizado para o mês seguinte.

Em 2004, oferecem a possibilidade de ter telefone e internet sem ter que pagar a assinatura telefónica da Portugal Telecom. Ofereciam velocidades de 2, 4, 6 e  8 megas, sendo que em 2005 ofereciam um dos serviços mais rápidos do mundo, com 16 e 24 megas, velocidade real e que não ia abaixo.

Em 2006 lançam a Clix TV, com vários pacotes de canais, e em 2008 oferecem o primeiro serviço de Fibra óptica do país, com a Clix FIbra a oferecer telefone, internet, televisão e vídeo clube. Em 2010 funde-se com a Optimus, e em 2013 com a ZON, criando a marca NOS.

Eu gostei muito do serviço deles, eram eficientes e sabiam cativar os clientes. O portal manteve-se no ar até 2015, altura em que encerrou actividades.

















segunda-feira, 11 de março de 2019

... do Ruud Gullit

segunda-feira, março 11, 2019 0
... do Ruud Gullit

Fez parte do trio fantástico do Milão dos anos 90, de uma das melhores selecções da Holanda, e é considerado pela FIFA um dos 100 melhores jogadores de todos os tempos, ainda vivo.

Ruud Gullit nasceu a 1 de Setembro de 1962, em Amsterdão, Holanda, com o nome de Rudi Dii, adoptando o sobrenome do seu pai quando começou a jogar profissionalmente. Isso aconteceu em 1978, no HFC Haarlem, depois de alguns anos a jogar na rua e outros clubes de bairro. Tornou-se o jogador mais novo a jogar no campeonato principal, com apenas 16 anos, e ficou por lá durante três temporadas, descendo de divisão na primeira, ajudando depois o clube a subir de novo para a primeira (sendo considerado o melhor jogador do campeonato, com o clube a ficar no 1º lugar), e depois foi parte integrante da melhor época do Haarlem na divisão maior, ficando em quarto lugar e qualificando-se para a Europa.

Marcou 32 golos em 91 jogos, chamando a atenção de clubes de outros campeonatos, que apenas achavam o valor dele um pouco elevado, acabando este por assinar pelo Feyenoord. Jogou duas temporadas, avançando um pouco no terreno, deixando a posição de líbero, e mostrando assim mais a sua qualidade técnica, tendo sido considerado o jogador do ano e ajudou o clube a conquistar o campeonato e a taça.

Em 1985 assina pelo PSV. enfurecendo os adeptos do Feyenoord, mas é no clube de Eindhoven que explode, conquistando mais 2 campeonatos e vencendo mais uma vez o título de melhor jogador do ano. Marcou 46 golos em 68 jogos, e na Europa já todos sabiam o seu nome, fosse pela sua força e qualidade técnica dentro do campo, fosse pelas suas tranças e pelo seu bigode.


Em 1987 vence a Bola de Ouro, o mesmo ano em que assina pelo AC Milão, juntando-se aos seus compatriotas Rijkaard e Van Basten. Dedicou o seu troféu a Nélson Mandela, emocionado por este reconhecimento mundial, e por estar ainda a adaptar-se a um país estranho, do qual nem sabia a língua quando se mudou.

Era um jogador que dava nas vistas pela sua elegância dentro do campo, com a sua capacidade de drible e técinca acima da média, a fazer com que se destacasse dentro de campo. Era um líder nato, com a sua força física e presença imponente a ser respeitado por todos, companheiros e adversários.

Na primeira temporada ajudou Arrigo Sacchi a conquistar o Scudetto depois de 9 anos sem vencer o título, e na época seguinte dominaram a Europa, vencendo a Taça dos Campeões Europeus, com grande sacrifício por parte de Gullit. Isto porque em 1989, lesionou-se na meia-final frente ao Real Madrid (que venceram por contundentes 5-0), e teve que se submeter a cirurgia para poder jogar a final contra o Steaua de Bucareste. Recuperou a tempo e marcou dois golos, na vitória rossoneri por 4-0, não dando hipótese aos campeões romenos.

Mas houve um preço a pagar, com o jogador a ressentir-se várias vezes dessa lesão na temporada seguinte, impedindo-o de jogar na maioria dos jogos, conseguindo mesmo assim marcar presença na final contra o Benfica, que os de Milão acabariam por vencer.  A nível interno continuavam a dominar, com o holandês a ajudar na conquista de mais 2 campeonatos, antes de começar a perder alguma influência no clube, com a gota de água a ser o ficar de fora da final da Taça dos Campeões em 1993, frente ao  Marselha.


Isso fez com que se mudasse para o Sampdória, onde rejuvenesceu e ajudou o clube a vencer a Taça de Itália, e deu nas vistas numa vitória importante sobre o Milão, onde marcou o golo da vitória, no jogo que terminou por 3-2. Isso fez com que voltasse aos Rossoneri, na temporada de 94/95, onde as coisas não correram pelo melhor, e o holandês decide voltar a Sampdória, onde ajuda Eriksson a fazer uma época muito interessante.

Em 1996 muda de país, para um Chelsea que procurava construir uma equipe forte, juntando-se a Mark hughes e Popescu, e depois de um mau começo (onde o colocaram mais atrás no terreno), voltou a dar nas vistas quando o adiantaram no relvado. Mostrando que ainda tinha muito para dar ao futebol, fez parte de um grupo de jogadores de qualidade que fizeram com que a Premier League ficasse mais receptiva a estrangeiros.

Ficou atrás de Cantona na escolha de jogador do ano, e Gullit já afirmou que foi ali que teve mais prazer a jogar, e passou os melhores anos da sua carreira. Não foi por isso de estranhar que terminasse ali a sua carreira em 1998.

Na selecção do seu país, fez parte da equipe que venceu o Euro 88, depois de falhanços anteriores nas qualificações para o Euro 82 e o Mundial no México em 1986. Era um dos principais do grupo comandado por Rinus Michels, assumindo o papel de capitão, algo que lhe assentava que nem uma luva, já que assumia sempre a liderança dentro de campo.

As suas lesões fizeram com que não liderasse a Holanda no mundial de Itália em 1990, mas em 92 já conseguiu melhor no europeu na Suécia, apesar de terem perdido com a Dinamarca nas grandes penalidades, acabando depois por se sagrarem campeões.

Um dos melhores jogadores no meio campo, Gullit é ainda hoje venerado por muitos, que dizem ter começado a jogar influenciados por ele.












sábado, 9 de março de 2019

... das Festas de espuma

sábado, março 09, 2019 0
... das Festas de espuma

Nos anos 90, as festas de espuma eram constantes, havia sempre uma discoteca a promover uma destas, e até nas escolas, organizadas pelas associações de estudantes. Ainda acontece ocasionalmente (e agora até ao ar livre), e no Brasil são bem populares, mas aqui já não costumam existir tantas. Lembram-se?












quinta-feira, 7 de março de 2019

... do Nokia 6600

quinta-feira, março 07, 2019 0
... do Nokia 6600

Um dos primeiros "smartphones", e um dos modelos mais populares da Nokia, o 6600 foi um sucesso de vendas, sendo usado ainda hoje por muitas pessoas.

A Nokia lançou o 6600 a 16 de Junho de 2003, com pompa e circunstância, como o seu topo de gama e direccionado aos homens de negócio. Com um preço de 600€, o telefone não era para qualquer um, mas havia razão para isso, já que era um dos produtos mais avançados da altura.

Vendeu mais de 150 Milhões de unidades, tornando-se um dos telemóveis mais vendidos de todos os tempos, e Portugal não foi excepção, com o modelo a ser um caso sério de sucesso, o maior desde o 3310.

Não era fã do aspecto dele, e achava-o meio "matacão", mas aquilo tinha uma razão de ser, tornando-o resistente a choques e salpicos. Tinha uma câmera VGA, 0,3 MP, bluetooth, um leitor de música e um de vídeo, e foi dos primeiros a ter uma slot para cartão de memória. Usava o sistema Symbyan OS 7.0s, com muitas aplicações disponíveis, algumas delas inovadoras, um amigo meu tinha uma que lhe permitia controlar o leitor de áudio no PC à distância  por exemplo.

Jogos, leitores multimédia, temas e muito mais podia ser instalado via Java ou Epoc (os ficheiros .sis), o que ajudou a ficar muito popular entre os nerds tecnológicos. Deixou de ser fabricado em 2007, mas a prova da durabilidade do aparelho, é que ainda hoje é usado em algumas partes do mundo.














segunda-feira, 4 de março de 2019

... das Polly Pocket

segunda-feira, março 04, 2019 0
... das Polly Pocket

Foi uma grande febre nos anos 90, uma colecção de pequenas bonecas, acompanhado de uns pequenos cenários, que fizeram a delícia de muitas meninas.

Chris Wiggs criou a linha Polly Pocket para a Mattel em 1989, com a ideia de dar à pequenada uns bonecos que fosse mesmo portáteis, podendo os levar no bolso, ou numa pequena mala que servia também como cenário. Wiggs teve essa ideia ao querer algo para a sua filha, criando uns estojos com uns pequenos brinquedos, umas bonecas coloridas e compactas.

A pequena casa de bonecas fez sucesso, e a linha foi conquistando o seu espaço, e começou a expandir-se com diversos cenários e acessórios para a brincadeira ficar completa. Foi um sucesso na América Latina, onde ainda hoje é muito apreciada, mesmo já tendo sido descontinuada nos Estados Unidos (fala-se de um relançamento).

Perto do final da década de 90, aumentaram o tamanho da boneca, tentando-a tornar mais "normal", criando umas amigas para a Polly, e começando a expandir a marca para outros artigoas. Jogos, livros, cadernos e agendas começaram a aparecer, e a febre foi aumentando.

Em 2010 fizeram uma série de desenhos animados, mas usando mais a versão fashion dolls, parecido com Barbie. Em 2015 foi descontinuado, continuando a ser comercializado na América Latina.









sexta-feira, 1 de março de 2019

... da Família Bellamy

sexta-feira, março 01, 2019 0
... da Família Bellamy

Tivemos sempre acesso ao que de melhor se fazia pelo Reino Unido, e  Família Bellamy é um belo exemplo disso mesmo.

Upstairs, Downstairs foi transmitida pela ITV entre 1971 e 1975, passando por cá na RTP a partir de 1973, sendo repetida na década de 80 nos seus dois canais. Foram cinco temporadas, num total de 68 episódios, alcançando um sucesso considerável, tanto no seu país, como no nosso.

Apesar de ser uma série dramática, o humor britânico estava presente, mostrando a diferença de classes entre uma família de alta burguesia, e os seus empregados. A trama situava-se entre os anos 1903 e 1930, mostrando o declínio da aristocracia britânica, e outros acontecimentos históricos, mostrando como a Inglaterra reagiu a eventos como a Primeira Grande Guerra.

Cada temporada representava um certo período de anos, e com isso íamos assistindo à evolução da história, ao declínio de uma família de alta burguesia, e como esta reagia aos eventos históricos. Mas o mais interessante era mesmo a relação entre estes aristocratas (upstairs), e os seus funcionários (downstairs). Aliás era aí que se encontrava também os melhores momentos de humor.

Fez sucesso também nos Estados Unidos, mostrando a qualidade do seu texto, e das interpretações do seu elenco. Uma série que ainda hoje mostra sinais de poder ombrear com as melhores produções televisivas do momento.