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Todos aqueles que foram crianças na segunda metade do Século XX, lembram-se bem do entusiasmo que era ao comer o Bolo Rei, só para descobrirmos a quem calharia o brinde, ou então a quem sairia a fava. O valor de ambos era o mesmo, já que os brindes não eram nada de especial, mas a coisa valia pela diversão e emoção de tudo aquilo.

Para percebermos isto, podemos olhar para a lenda, que fala da forma como os três Reis Magos decidiram aquele que seria o primeiro a dar a prenda ao menino Jesus. Escondeu-se uma fava num bolo, e o que calhasse com a fatia "premiada" seria então o primeiro. Pode-se também olhar para o factor histórico, já que foram os Romanos a usar a fava no Bolo, para escolher aquele que seria o rei da festa (nas festas realizadas para celebrar o solstício de Inverno), e que a igreja católica aproveitou para juntar ao conceito todo da natividade. Os brindes vieram mais tarde, e passaram de moedas de ouro a objectos metálicos de valor simbólico..

Por cá, o primeiro Bolo Rei foi apresentado em meados do Século XIX, com o filho do fundador da confeitaria nacional em Lisboa a trazer a receita de Paris. As normas comunitárias fizeram com que se acabasse com a história dos brindes e das favas lá dentro, mas Quem se recorda da brincadeira e alegria que era para ver a quem saía o brinde ou a fava? E quem esburacava o bolo para ver se encontrava algo?

Foto retirada de http://ciclomaluco.blogspot.pt/




Alguma info retirada de ciclomaluco.blogspot.pt







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