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Recordo um dos meus filmes preferidos da Disney, que se baseava nas histórias clássicas das Mil e Uma Noites. Aladdin contava com uma excelente dobragem em Português do Brasil, boas músicas e uma história cheia de humor, acção e aventura.

Aladdin é a 31ª animação da Disney, saiu em 1992 e fez parte da recuperação da companhia e uma nova fase de ouro no cinema. Foi alias o filme mais bem sucedido do ano, com mais de 217 Milhões nos Estados Unidos e mais de 508 Milhões em todo o mundo. Venceu Òscares pela sua música e as vozes usadas, especialmente a do Robin Williams, e em geral teve sempre boas críticas. Por cá estreou em 1993 e no ano seguinte saiu o VHS, que se tornou um dos maiores sucessos no nosso país.

Ambas vieram em Português do Brasil, e como sempre a qualidade era tão boa que há pessoas, como eu, que preferem ver nessa versão, mesmo a voz do génio e mesmo as canções adaptadas.

Aladdin é um rapaz de rua de Agrabah que tem que roubar para sobreviver, sempre na companhia do seu macaco Abu. Conhece a Princesa Jasmim, que tinha fugido do Palácio e apaixonam-se, até que este é preso e só é solto por Jafar. O maligno Vice Vizir arquitecta um plano e convence Aladdin a entrar na caverna para lhe trazer a lâmpada mágica.


Aladdin consegue entregar a lâmpada a Jafar disfarçado de velho, mas Abu rouba-o e os dois amigos ficam presos debaixo do chão. Ao limpar a lâmpada, o rapaz liberta um génio que lhe dá a oportunidade de realizar três desejos. Com ajuda do génio, Aladdin sai da caverna e transforma-se em Príncipe Ali para poder casar com a Princesa Jasmim. Mas Jafar vai fazer de tudo para tornar-se Sultão.

O momento da caverna a desmoronar é fantástico e lembro-me de ficar entusiasmado com tudo aquilo, e de muito me rir com a apresentação do génio. O filme originou duas sequelas só em vhs e uma série de tv, para além de tornar alguns dos personagens nos mais carismáticos da Disney.






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