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Recordar aqui uma das maiores figuras do futebol do Século XX, um símbolo do Real Madrid, uma lenda viva do futebol internacional e o melhor jogador Mexicano de todos os tempos. Hugo Sànchez era um daqueles avançados cheios de classe, que aliava a boa concretização a uma excelente técnica futebolística, e por isso deve ser para sempre recordado pela classe que espalhava pelos relvados.

Hugo Sánchez Márquez nasceu a 11 de Julho de 1958 no México, onde começou a jogar profissionalmente em 1976, no UNAM, antes de se estrear na liga Espanhola onde assinou pelo Atlético de Madrid em 1981. Na temporada de 1984-85 ajudou a equipa a ganhar a copa del rey e a supertaça, tendo se sagrado o melhor marcador da liga, sendo então seduzido pelos rivais do seu clube, o Real Madrid, para onde se mudou em 1985 acompanhando a então famosa Quinta del Buitre que dominava as atenções de todos.

A sua classe trazia ainda mais qualidade ao clube, e foi por isso normal o domínio que exerceram vencendo cinco campeonatos consecutivos,  com Sánchez a vencer por 4 troféus de melhor marcador da liga, uma dessas vezes com 38 golos marcados (um recorde), que tinham a particularidade de terem sido todos marcados com apenas um toque. Era conhecido pelas suas acrobacias, especialmente o seu pontapé em voo, algo que ficou como a sua imagem de marca e lhe dava ainda outra aura.

Venceu ainda uma Taça do Rei e uma Taça Uefa, tornando-se um símbolo do clube e um jogador apreciado por todos internacionalmente. Ainda hoje é considerado um dos melhores jogadores do Século XX e está na lista da FIFA dos 100 melhores de sempre, sendo considerado o melhor do México e da CONCACAF.

Voltou para o México em 1992, onde terminou a sua carreira em 1997. Pelo seu país não teve o mesmo sucesso, tendo apanhado uma má fase do México que não se apurou para o mundial de 82, e foram banidos do Itália 90 devido a problemas nas competições mais jovens, tendo tido a sorte de terem sido os organizadores do mundial de 86, depois da desistência da Colômbia. Anos mais tarde tornou-se treinador e acabou mesmo por ser seleccionador do seu país, onde também não teve muita sorte.

Mas será pela sua qualidade como jogador que será recordado, e com toda a justiça, como um dos melhores de sempre.





















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