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Volto a relembrar um banco de outros tempos, desta vez o Banco Português do Atlântico, uma instituição sólida do nosso país, que sofreu com a nacionalização e nunca mais recuperou. Ainda teve alguma força nos anos 90, mas claudicou no começo do Século XXI, sendo engolido pelo BCP.

O Banco Português do Atlântico foi a primeira grande instituição bancária do nosso país, tendo aparecido com este nome no final de 1942, mas resultava da experiência da Casa Bancária Cupertino de Miranda & Companhia, que existia desde 1919 e tinha uma excelente reputação.

Desde que abriu portas o BPA marcou pela diferença, na forma que tinha de abordar os clientes e sempre assentando numa solidez financeira que o fez assumir a liderança da banca, algo que começou a esmorecer com a nacionalização que foi alvo em 1975, sofrendo com isso e perdendo alguns dos requisitos que o destacavam de outros bancos.

No início dos anos 90 tinha mais de três centenas de agências, voltando a ser privatizado em partes graduais, sendo que o BCP foi aquele que ficou com a maior fatia. A parceria foi boa, a influência em áreas como o turismo e indústria eram evidentes, mas a 30 de Junho de 2000 decidiu-se ficar apenas com o nome de BCP.





                         








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