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Os filmes da Princesa Sissi apaixonaram gerações, e nos anos 80 (década que adorava resgatar coisas de outras décadas) eles tiveram bem na berra, tendo bastante sucesso tanto em Portugal como no Brasil.

Ernst Marischka concebeu o argumento e realizou o filme que iria celebrar a memória da Imperatriz Isabel da Áustria, baseando-se também em parte no romance de Marie Blank-Eismann. Este Romance Hisórico-Biográfico foi lançado em 1955, retratando os primeiros anos da vida desta personalidade que tantos acarinham, que acabou por se traduzir num enorme sucesso de vendas e originar mais duas sequelas.

Estes três filmes continuam aliás no topo dos mais rentáveis do cinema quer Alemão quer Austríaco, apesar de não existirem números exactos, sabe-se que entre 20 a 25 Milhões de pessoas compraram bilhete para ver estes filmes, uma verdadeira façanha para a época. O  hipocoristico do prenome Isabel ficou para sempre na memória de todos e ajudou ainda mais à popularidade da personalidade histórica.

Romy Schneider e Karlheinz Böhm foram o par protagonista, com Romy a cativar todos como a bela e sorridente Sissi. No primeiro filme podíamos ver como Sissi,  a jovem princesa da Baviera com apenas 15 anos, acompanhava a sua mãe e irmã mais velha na viagem à Áustria para os preparos do casamento da mana com o seu primo-irmão Francisco José I. Este acaba é por se apaixonar por Sissi que fica enamorada por ele também, muito contra os planos da mãe deste e da própria família da princesa.

A sua forma descontraída de encarar a vida, a sua paixão pela natureza e o seu sorriso faziam todos se derreterem com a presença e foi por isso fácil de compreender o sucesso destes filmes, que por cá fizeram a delícia de muitos quando eram transmitidos pela RTP ou vistos numa k7 VHS.











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