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Um dos jogadores que está no livro dos Mundiais de futebol como um dos melhores de sempre, Rudi Völler foi um avançado possante que marcou a década de 80 e um dos esteios de uma das selecções mais fortes da Alemanha. Chegou à final como jogador e como treinador da selecção, e foi uma das figuras da equipa do Roma nos anos 90.

Rudolf "Rudi" Völler nasceu a 13 de Abril de 1960, começando a sua carreira em 1977, marcando golos com regularidade e chamando a atenção do 1860 Munique onde jogou duas temporadas antes de ingressar em 1983 no Werder Bremen e chegando assim à Bundesliga, o principal campeonato na Alemanha.

Nesse ano conseguiu também também a sua primeira chamada à equipa da Alemanha Ocidental, onde se veio a tornar uma das principais figuras e um exímio atacante. No Bremen deu nas vistas e em 1987 depois de se ter sagrado melhor marcador da bundesliga, foi contratado pelo Roma, onde ganhou a taça de Itália e foi durante anos o melhor marcador da equipa, ganhando a alcunha do Alemão voador, pela sua graciosidade na grande área.

Esteve na Série A até 1992, altura que foi vendido ao Marselha de França para substituir outro grande avançado, Jean Pierre Papin, e onde voltou a deixar todos admirados com a sua capacidade goleadora e a sua presença dentro de campo.

Fez parte da equipa que venceu a taça dos Campeões Europeus em 1993, apesar desse título ter sido retirado alguns anos depois por acusações de suborno.

Quando o clube desceu de divisão, regressou para o seu país e alinhou no Bayer Leverkussen, onde veio a terminar a carreira em 1996, longe do fulgor de outrora mas ainda marcando alguns golos. Aí começou também a sua carreira de treinador, que o levou à selecção onde tinha sido feliz como jogador. Junto com Beckenbauer, chegou a uma final como jogador e como treinador, apesar de ter conquistado o título apenas como jogador.

Marcou 8 golos em fases finais do mundial, sendo internacional pelo seu país por 90 vezes e marcando 47 golos. Jogou em 3 Europeus de Futebol (começando em 1984) e esteve presente nos mundiais de futebol do final da década de 80 e começo dos anos 90. Faz parte dos três jogadores que marcaram um golo numa final do campeonato do mundo, começando o jogo como substitutos, e esteve presente em várias finais, sendo campeão em 1990 no mundial realizado em Itália.

No Europeu de 92 uma lesão logo no início enviou o jogador para casa, enquanto que no mundial de 94 problemas com Klinsmann o impediram de ser titular e de dar o contributo ao seu país. Conhecido pelo seu bigode e farto cabelo, Völler também tinha um sorriso que fazia com que fosse reconhecido mesmo à distância. Um grande jogador que era exímio na finalização e um dos mais elegantes na grande área.









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