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Sempre fomos um povo fã de papas, e o período entre os anos 60 e 80 foi rico em marcas que ficaram na memória colectiva, como a Farinha Maizena. Com o amido de milho em destaque, era a preferida de muitos bem quente e com canela por cima.

Os irmãos Duryea criaram uma embalagem mais higiénica e prática para vender a sua farinha de milho, algo que em 1865 era muito procurado nos Estados Unidos e desejado pelos seus nutrientes e sabor. O nome Maizena provém do termo Maiz usado pelos Espanhóis para se referirem ao Milho, sendo sempre embalada numa embalagem onde o amarelo predomina e chama a atenção.

Em 1905 chegou ao nosso país e instalou-se firmemente nas prateleiras dos supermercados acompanhada por outros produtos de então do mesmo género. Curiosamente nos primeiros tempos a sua principal utilização era para ajudar as senhoras a engomar a roupa, mas começou depois a ser usada como produto alimentar principalmente como uma papa que se dava às crianças pela manhã ou pela ceia, de preferência quente e com alguma canela por cima.

Começou a perder a corrida para as papas que apareciam a toda a hora, como a Milupa, Cerelac ou Farinha 33, mas continuou a ser utilizada na cozinha de muitos Portugueses, já que ajuda bastante no fabrico de molhos e sopas. Quem comeu ou fez desta farinha?






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