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Foi um dos jogadores que mais gostei de ver jogar, um verdadeiro génio na selecção e no Barcelona onde mostrou toda a sua qualidade técnica numa Dream Team onde estavam outros jogadores de grande qualidade. Hristo Stoichkov marcou a década de 90 como uma das maiores figuras do futebol Internacional, e ainda hoje é sempre considerado para as listas de melhores jogadores de sempre.

Hristo Stoichkov Stoichkov nasceu a 8 de Fevereiro de 1966 em Plovdiv na Bulgária, começou a sua carreira profissional no começo dos anos 80 e em 1984 assinava contrato com a maior equipa do seu País, o CSKA Sofia. Aí para além de demonstrar toda a sua qualidade futebolística, começou a dar mostras do seu mau feitio a ter uma luta muito feia numa final da taça que quase resultou num banimento eterno dos relvados. A coisa foi atenuada e ele pôde continuar a mostrar toda a sua qualidade conseguindo ser o Bota de Ouro em 1989 com 38 golos em 30 jogos.

Mudou-se então para o Barcelona, onde vestiu o número 8 e foi uma das figuras mais populares do Dream Team de Cruyff ganhando 4 campeonatos em 4 anos consecutivos e ajudando a conquistar a primeira taça Europeia para o clube.

Uma dupla lendária com Romário que fez com que os adeptos se rendessem ao Búlgaro e fosse o nome mais entoado pela claque durante os jogos. Também em Espanha demonstrou a sua falta de paciência, sendo suspenso por dois meses depois de ter quase agredido um árbitro.

Foram 77 golos em 151 jogos, uma ameaça constante na grande área dos adversários e um jogador que todos temiam enfrentar.

Passou uma temporada em Itália, no Parma, antes de voltar ao Barcelona para mais uma temporada e posteriormente ao CSKA Sofia antes de fazer uma viagem por países como o Japão ou os Estados Unidos onde terminou a sua carreira em 2003.

1994 foi o melhor ano na carreira do avançado, venceu a Bola de Ouro do France Football e foi uma das figuras do seu país no mundial dos Estados Unidos desse ano. Levou a selecção até às meias finais e foi o melhor marcador do torneio empatado com o Russo Salenko. Um talento puro que adorava ver jogar, era o meu preferido do dream team e só não era na sua selecção por causa de Balakov.

Enveredou pela carreira de treinador onde continuou a mostrar o seu mau génio mas onde não teve o mesmo talento que tinha como jogador. Deixou saudades e colocaria ele numa equipa ideal sem sombra de dúvidas.







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