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Simpatizava muito com o Jean Alesi, um piloto que não dava nas vistas mas mostrava sempre ter alguma competência na pista e ser um cavalheiro fora delas. Fez boa parte da sua carreira na Ferrari, onde foi um dos preferidos dos Tiffosi apesar de não vencer nenhum campeonato e apenas ter ganho um grande prémio.

Giovanni Alesi nasceu a 11 de Junho de 1964 em Avignon, França, descendente de Italianos e adoptando mais tarde o nome de Jean Alesi. Começou a sua carreira nos Rallys e andou depois pela Fórmula 3 onde começou a chamar a atenção do desporto máximo do automobilismo com suas perfomances e foi chamado pela primeira vez em 1989 pela Tyrell-Ford para substituir Michele Alboreto, conseguindo terminar num brilhante 4º lugar.

No começo da década de 90 o piloto Francês correu regularmente na Fórmula 1 ao volante de um Tyrell-Ford e conseguindo dar nas vistas na sua estreia quando passou grande parte da corrida à frente de Ayrton Senna, mostrando o que conseguia fazer num carro equipado com um motor Ford V8, bastante inferior ao Honda V10 de Senna. Alguns segundos lugares e boas corridas depois e ele começou a ser disputado por todas as equipas de topo da Fórmula 1.


Acabou por assinar pela Ferrari (deixando para trás uma proposta da Williams), cumprindo um sonho de infância e juntando-se ao seu compatriota Jean Alesi, conseguindo para além disso entrar numa das equipas mais fortes do circuito e aumentando assim as hipóteses de poder vencer uma corrida. O problema foi que a entrada do piloto Francês coincidiu com uma fase menos boa da equipa Italiana, ao mesmo tempo que a Williams ressurgia no circuito com um carro muito forte.

Dois anos depois recebeu a companhia de Gerhard Berger, formando uma dupla interessante e uma equipa de respeito apesar de não conseguirem fazer muito com os carros da Ferrari. Alesi era muito admirado pelos Tiffosi, os adeptos da Ferrari, por causa do seu estilo agressivo e atitude incansável procurando sempre o melhor resultado apesar do carro que tinha em mãos. Só conseguiu uma vitória em 1995, e foi para a Benneton quando esta deixou Shumacher ir para a Ferrari de modo a renovar a equipa Italiana.

Berger foi muito mais feliz que o Francês na Benneton, onde mostrou muita irregularidade e uma falta de concentração que levou à sua dispensa. Andou pela Sauber e pela recém criada Prost onde voltou a mostrar o seu talento e conseguindo quase sempre terminar em lugares pontuáveis. Acabou a sua carreira em 2001, ao volante de um Jordan, curiosamente a equipa com que tinha começado a correr na Fórmula 3000.








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