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Volta e meia aparecia algo relacionado com material escolar, que servia mais para nos divertir do que propriamente para nos ajudar na escola, e a caneta de 10 cores é um bom exemplo disso.

Nos anos 90 havia muito o hábito de ter o caderno cheio de cores, era um hábito das alunas do sexo Feminino mas que muitos alunos do sexo Masculino também faziam questão de seguir. Normalmente ou se tentava escrever com canetas de cor diferente o nº da lição, o sumário e a data para se diferenciar do resto do texto, ou então sublinhava-se com uma caneta fluorescente para diferenciar do resto do que escrevíamos na aula.

A caneta de 10 cores foi a pensar nisso tudo de certeza, em vez de se estar a destapar e a tirar várias canetas do estojo, podíamos estar logo com uma caneta na mão que resolvia todos esses problemas. O maior inconveniente era somente o da grossura da caneta, não era muito prática para a dinâmica de uma aula e o peso dela também não ajudava muito à coisa, junte-se a isso o facto que se perdia mais tempo a carregar nos botões das várias cores do que a escrever e era algo que distraía mais os alunos do que ajudava.

Quem não tentou carregar várias cores para baixo ao mesmo tempo? Quanto tempo aguentavam a caneta sem a estragar? Rapidamente começou a ser algo mais para diversão do que para ajuda, começaram a aparecer várias canetas com personagens infantis de sucesso ou desenhos mirabolantes para querermos algo que iria servir basicamente para ficarmos a carregar nas várias cores para cima e para baixo.












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