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Chefe, mas pouco (Who's the Boss?) foi uma das séries cómicas de maior sucesso da segunda metade dos anos 80, retratando a vida de um ex jogador profissional que é contratado por uma executiva para ser o seu empregado lá em casa.

A série foi transmitida pela ABC entre 20 de Setembro de 1984 e 25 de Abril de 1992, num total de 8 temporadas com 196 episódios. A RTP transmitiu-a na segunda metade da década de 80, na sua versão original e legendada em Português, a lembrança que tenho é de eles darem isto ao Sábado à tarde, mas posso estar enganado.

Foi um sucesso de audiências (manteve-se no top 10 até bem perto do seu final), tendo sido nomeada para diversos prémios chegando inclusive a vencer vários Emmys e Globos de Ouro, a série consolidou o nome de Tony Danza como uma estrela de TV e foi o primeiro papel da actriz Alyssa Milano.

Não era super fã da série, mas ela tinha os seus momentos e cheguei a divertir-me a ver alguns episódios. Sempre gostei do estilo canastrão do Tony Danza, e nesta série isso ganhava uma intensidade especial devido aos confrontos com a dona da casa.

Tony Micelli (Tony Danza) era um ex-jogador de Baseball que se teve que retirar devido a uma lesão e decide mudar-se para um sítio onde possa educar melhor a sua filha Samantha (Alyssa Milano). Acaba por ficar como empregado na casa de Angela Bower (Judith Light), uma executiva com uma vida atarefada e que necessitava de ajuda na lida da casa e no tomar conta do seu filho Jonathan (Danny Pintauro). Para completar o elenco principal aparecia ainda a mãe de Angela, a Mona (Katherine Helmond), que não tinha problemas em dizer o que pensava e se metia sempre em confusões com Tony.

Apesar de ambos terem várias relações ao longo da série, era óbvia a atracção que ambos tinham um pelo outro mas que tentavam sempre evitar a todo o custo. O conceito e nome da série, consistiam no facto de ser a mulher que saía e ia ganhar o sustento para a família, enquanto que o homem (que neste caso nem era o marido) ficava com as lidas da casa, algo nada comum nessa altura. O que me lembro da série era de ter bons diálogos, de não exagerar no cliché da atracção entre os 2 protagonistas e de ter alguns momentos divertidos com as bocas constantes entre alguns elementos.

A série continua a ser repetida um pouco por todo o mundo, e continua a ser um marco nas comédias dessa década.








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