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Walker, o Ranger do Texas animou as tardes do fim de semana da SIC em meados da década de 90, afinal tínhamos crescido a ver o actor Chuck Norris em filmes de pancadaria pura e dura, e foi engraçado ver ele no pequeno ecrã e numa toada não tão violenta.

A série teve 8 temporadas, de 1993 até 2001 com cerca de 200 episódios e um filme para Televisão, foi transmitida em mais de 100 países  e foi um sucesso absoluto em muitos deles e tornou-se inclusive um fenómeno de culto, muito devido a algumas situações que roçavam o absurdo e tornavam a série mais divertida do que aquilo que pretendia ser.

Só vi alguns episódios na SIC, onde foi transmitida na sua versão original e com legendas em Português, e não fiquei fã mesmo por causa de algumas dessas situações absurdas (que faziam rir) e no excesso de moral e uma mensagem "católico-republicana" que em plena década de 90 já se tornava um pouco insuportável para aturar.



A série mostrava como o Sargento Cordell Walker (Chuck Norris), um Ranger do Texas que era um ex-Marine e que era um fã das leis do velho Oeste para além de ser um exímio praticante de artes marciais. Aliás isso era utilizado em muitos episódios para ajudar a que os miúdos não entrassem no mundo do crime, e percebessem a moral por detrás desses ensinamentos Orientais.

O elenco fixo tinha ainda Jimmy Trivette (Clarence Gilyard), que era o parceiro de Walker e com uma visão mais moderna sobre os acontecimentos já que era mais novo do que o seu parceiro, havia ainda C.D. Parker (Noble Willingham), um ranger retirado que tomava conta de um bar e dava frequentemente conselhos a Walker devido à sua experiência de vida.

Por fim havia o interesse romântico do protagonista, Alex Cahill (Sheere J. Wilson), a procuradora pública que devido ao seu cargo estava sempre em contacto constante com Walker e que a dada altura chega a casar-se com ele e a ficarem juntos como um casal. Havia de tudo um pouco, desde a caça a criminosos procurados à tentativa de ajudarem uma família em apuros, onde o pai batia constantemente no filho por exemplo.

Conan O'Brien deu outra vida à série quando começou a dar no seu talk show excertos do programa que mostravam o aspecto ridículo que a série por vezes tinha, quer nas cenas impossíveis de acção, quer nas cenas extremamente lamechas. Mas o que se podia esperar numa série onde o genérico era cantado pelo próprio Chuck Norris?
















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