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Desert Strike foi uma pedrada no charco nos jogos para a consola Mega Drive, tínhamos ali um jogo que parecia como aqueles jogos para PC, com missões elaboradas e com pedaços de vídeo com telejornais e tudo a darem as notícias do que acontecia. Joguei bastante este jogo e tornou-se rapidamente um dos meus favoritos, apesar de por norma não curtir muito este tipo de jogos de guerra.

Foi em 1992 que a Electronic Arts lançou este jogo para a Mega Drive e devido à Guerra do Golfo de 1991, o jogo levou com algumas críticas por mostrar algo relacionado com isso tão pouco tempo depois. O jogo foi um sucesso absoluto, maior parte das revistas da altura deram mais de 90% na nota ao jogo, elogiando a mistura entre acção e estratégia, sons e gráficos para além de ser um daqueles jogos com uma longa vida já que nos divertia e muito enquanto jogávamos com ele.

O cartucho do jogo era enorme, algo que não estávamos habituados nesta consola da Sega, e era preciso algum cuidado ao tirar o mesmo depois de umas quantas horas de jogo. Sim este era daqueles jogos para estar ali horas nele, eram muitas missões e havia sempre aquela sensação "só mais uma".

Uma coisa divertida no jogo, quando queríamos só passar o tempo, era matar as pessoas que devíamos salvar ou destruir o que tínhamos que proteger. Éramos logo chamados de novo ao porta-aviões.

O Helicóptero Apache não era muito complicado de controlar, tinha diversas armas como mísseis e metralhadoras, para além de um gancho que usávamos para salvar pessoas e içar elas para dentro do aparelho. Nas missões tanto podíamos ter que matar soldados, como destruir tendas, tanques e outros equipamentos importantes enquanto íamos avançando no deserto até chegarmos a missões em Washington e tudo.

Um jogo bem divertido e que me viciou durante muito tempo, a mesma coisa aconteceu depois com a sequela dele, o Jungle Strike.






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