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Duas pessoas, quatro mãos, é só isso que basta para o jogo da Sardinha. Tenho boas recordações deste jogo, até porque era um dos jogos que a minha mãe brincava comigo, e de dar boas gargalhadas com os falhanços constantes ou da irritação de quando era eu a falhar.

Era um jogo ideal para noites calmas, para dias chuvosos, para visitas de estudo ou longas viagens de comboio. Os dois jogadores ficavam frente a frente, um estendia os braços com as palmas das mãos virada para cima, o outro com as palmas das mãos sobre a mãos do adversário e assim iniciava-se o jogo. O que tinha as palmas das mãos viradas para cima tentava bater na mão do adversário o mais rapidamente possível, enquanto que este, obviamente, tenta não ser atingido. Quando não conseguia fugir, as posições invertiam-se. Simples mas viciante, apesar de ser daqueles jogos que é jogado por pessoas com menos de um dígito na idade, ou entre uma criança e um parente mais velho com uma boa dose de paciência.

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